Bombas Gravitacionais de Precisão: A Nova Arma dos EUA Contra o Irã

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EUA afirmam ter atacado mais de 20 navios do Irã

Os Estados Unidos anunciaram que pretendem utilizar bombas gravitacionais de precisão em seus próximos ataques ao Irã.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, declarou que o país possui um “estoque ilimitado” desse tipo de armamento, que será empregado em breve contra alvos iranianos.

As bombas gravitacionais são lançadas de aviões bombardeiros e dependem da gravidade e da velocidade do avião para atingir seus alvos. Elas são projetadas para destruir pontos estratégicos, como veículos, depósitos de armas, edifícios de comando e bunkers subterrâneos.

Infográfico - o que são bombas gravitacionais de precisão

Essas bombas são consideradas simples, pois o gatilho de detonação é acionado pelo próprio lançamento. No entanto, tecnologias avançadas são empregadas em sua produção e uso.

Historicamente, as bombas gravitacionais foram utilizadas nos ataques nucleares a Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra Mundial. Desde então, a tecnologia evoluiu, permitindo que esses artefatos sejam direcionados com precisão até o alvo, utilizando sistemas como GPS ou controle remoto.

Um exemplo recente de uso desse tipo de bomba foi o ataque às instalações nucleares em Fordo, no Irã, onde uma bomba GBU-57 A/B foi lançada.

A utilização de bombas gravitacionais requer supremacia aérea, o que significa que as forças aéreas devem ter controle total do espaço aéreo inimigo. Isso é essencial para que os aviões possam operar sem serem alvos de mísseis adversários.

Recentemente, os Estados Unidos relataram uma diminuição significativa nos lançamentos de mísseis balísticos pelo Irã, com uma queda de 86% desde o início dos conflitos. O general Dan Caine, do Pentágono, afirmou que essa redução é um indicativo do sucesso das operações militares americanas na região.

Os ataques com drones também mostraram uma queda de 73% em relação aos primeiros dias de combate, refletindo a eficácia das estratégias adotadas pelos EUA.

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