Aumento da inadimplência nos contratos de aluguel no Rio Grande do Sul

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A inadimplência em aluguéis no Rio Grande do Sul apresenta leve aumento em maio.

A inadimplência nos contratos de aluguel residencial no Rio Grande do Sul teve um aumento em maio, atingindo 5,9%. Este índice está ligeiramente acima da média nacional, que é de 5,8%.

Os dados foram coletados pelo Índice de Inadimplência de Aluguéis (IIA), que mostra que 5,9% dos contratos de locação apresentaram atrasos superiores a 15 dias. Apesar dessa alta, o índice permanece abaixo dos níveis observados na maior parte de 2025.

Especialistas apontam que o Estado está em uma situação relativamente controlada em comparação com o ano anterior. A expectativa é de uma melhora gradual na renda e na renegociação de dívidas, impulsionadas por iniciativas como programas federais que visam aumentar a capacidade financeira das famílias.

Além disso, fatores como uma inflação moderada e reajustes salariais têm contribuído para evitar uma deterioração significativa na inadimplência, mesmo em um cenário de juros elevados.

Quando se compara com outros Estados, o Rio Grande do Sul se mantém próximo da média nacional. No ranking da inadimplência, Minas Gerais lidera com 6,7%, seguido por São Paulo com 6,0% e o próprio Rio Grande do Sul com 5,9%. Santa Catarina apresenta 5,5%, enquanto o Paraná registra 5,1%. Os índices mais baixos estão no Espírito Santo, com 4,7%, e no Rio de Janeiro, com 4,3%.

O pico de inadimplência no Rio Grande do Sul ocorreu em setembro de 2025, com um índice de 7,3%. Desde então, o Estado apresentou uma trajetória de desaceleração, passando por 6,5% em janeiro de 2026, 6,2% em fevereiro, e mantendo 5,8% em março e abril, antes de alcançar 5,9% em maio.

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