Rio Grande do Sul orienta serviços de saúde sobre procedimentos para casos suspeitos de Ebola

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Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul adota medidas preventivas contra o Ebola.

Atualmente, não há casos confirmados de Ebola no Brasil.

A Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul emitiu uma nota técnica orientando os serviços de saúde sobre como proceder em relação a casos suspeitos da doença. Essa orientação é fundamental para garantir a detecção precoce, notificação e controle de infecção.

O diretor-adjunto do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Marcelo Vallandro, destacou que, embora não existam casos suspeitos em investigação no país, é crucial manter um monitoramento constante para reduzir os riscos e padronizar as respostas de saúde, caso seja necessário.

Uma das principais diretrizes estabelecidas é que, ao identificar um caso suspeito, os serviços de saúde devem notificar imediatamente a vigilância epidemiológica municipal. Essa vigilância tem um papel central em articular ações com a vigilância estadual para gerenciar adequadamente o paciente.

O protocolo inclui o isolamento imediato do paciente, com restrições rigorosas ao acesso da equipe assistencial até que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegue para realizar a transferência ao hospital apropriado.

Os pontos de entrada considerados mais vulneráveis à entrada do Ebola no Estado são o Aeroporto Internacional Salgado Filho, o porto de Rio Grande e os postos de fronteira terrestre com a Argentina e o Uruguai.

Os sintomas do Ebola costumam surgir de forma abrupta e podem incluir febre, fraqueza, dores musculares, dor de cabeça, dor de garganta, vômitos, diarreia, erupções cutâneas, e comprometimento das funções renal e hepática. Em casos mais graves, podem ocorrer hemorragias internas e externas.

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