Pedro Ernesto Denardin parte para o 13º Mundial com recorde inédito no rádio
Pedro Ernesto Denardin se prepara para sua 13ª cobertura da Copa do Mundo com emoção e gratidão.
A menos de uma semana para o início da Copa do Mundo de 2026, Pedro Ernesto Denardin vive intensamente a expectativa de mais uma cobertura deste evento grandioso. Esta será a 13ª vez que ele narra a competição, um feito que lhe confere um reconhecimento especial no mundo do jornalismo esportivo.
Desde 2022, quando recebeu uma homenagem da FIFA, sua presença no Mundial se tornou ainda mais significativa. Ele detém o título de jornalista que mais narrou jogos do torneio no rádio em todo o mundo, o que representa não apenas uma carreira longa, mas também um compromisso contínuo com a qualidade e a paixão pelo esporte.
Para Pedro Ernesto, cada Copa do Mundo é única e carrega um significado especial. Ele expressa que, mesmo após 12 edições, a ansiedade permanece, funcionando como um combustível para enfrentar os desafios da cobertura internacional. “Cobrir mais uma Copa do Mundo me traz o sentimento de fazer parte de algo muito grande. É a maior competição do planeta”, afirma.
No último Mundial, realizado em 2022, no Catar, ele foi reconhecido pela FIFA por sua 12ª participação no torneio. Esse reconhecimento não apenas celebra sua dedicação, mas também destaca sua posição como o profissional que mais narrou partidas de Copa do Mundo no rádio globalmente.
Refletindo sobre sua trajetória, Pedro Ernesto destaca a importância do Grupo RBS em sua carreira. “Foram muitos jogos e muitas viagens, com montanhas de emoção. Tenho muito orgulho da minha história profissional que foi sintetizada naquele evento”, disse ele.
Com a evolução do rádio, Pedro observa como as plataformas digitais têm influenciado positivamente sua profissão. Para ele, a digitalização ampliou o alcance do rádio, permitindo que ouvintes de todo o mundo acompanhem seu trabalho. “Os aplicativos dão a possibilidade das pessoas ouvirem nosso trabalho em qualquer lugar do mundo. Acredito que o rádio está cada vez melhor”, argumenta.
Quando questionado sobre as Copas que marcaram sua carreira, Pedro Ernesto menciona que todas foram especiais, mas a primeira, em 1978, na Argentina, se destaca como a mais marcante. “Fiz um grande trabalho e tinha somente 28 anos. Fui muito feliz”, recorda.
Ele também relembra a cobertura mais desafiadora que enfrentou, a partida entre Argentina e Peru, marcada por um ambiente hostil. Apesar das dificuldades, Pedro defende a integridade da seleção peruana, ressaltando que a partida não foi um jogo “entregue”, mas sim uma competição acirrada que culminou na classificação da Argentina para a final.
A motivação de Pedro Ernesto para continuar cobrindo a Copa do Mundo permanece forte, mesmo após mais de quatro décadas. “É mais uma jornada importante, o que me faz vibrar. Estou muito bem de saúde, mais magro, fazendo exercícios e levando a vida. Com muita gratidão e muita vontade de trabalhar”, conclui, expressando sua determinação e entusiasmo para o evento que se aproxima.
