AtlasIntel respeita decisão do TSE e refuta acusações de indução em pesquisa suspensa por Nunes Marques
AtlasIntel respeita decisão do TSE sobre suspensão de pesquisa eleitoral.
A AtlasIntel anunciou que acatará a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que suspendeu liminarmente a última pesquisa eleitoral realizada pelo instituto. O levantamento, que foi divulgado em 19 de junho, indicava uma queda de seis pontos percentuais na intenção de voto do senador Flávio Bolsonaro em um possível segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro.
A empresa reafirmou seu respeito pelas instituições e declarou estar colaborando plenamente com a Justiça Eleitoral. A AtlasIntel está fornecendo todos os esclarecimentos e informações metodológicas solicitadas sobre a pesquisa. Em sua nota, a empresa expressou confiança de que a análise técnica dos fatos e da metodologia utilizada esclarecerá a situação, reafirmando a robustez e a legalidade do estudo.
A decisão de Nunes Marques foi tomada após uma ação movida por Flávio Bolsonaro. Em resposta à contestação, a AtlasIntel reiterou que não houve indução aos entrevistados e que a pesquisa foi realizada sem que o áudio de uma conversa entre o senador e um executivo do Banco Master fosse apresentado aos participantes durante a aplicação do questionário.
O instituto informou que o questionário principal foi totalmente concluído antes de qualquer contato dos participantes com o conteúdo audiovisual. A gravação em questão envolve o pré-candidato a presidente solicitando financiamento para a cinebiografia “Dark Horse”, sobre seu pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar por tentativa de golpe.
Na comunicação, o CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, negou qualquer viés político na elaboração ou na aplicação da pesquisa, assim como em outros estudos realizados pela empresa. Ele destacou que a AtlasIntel baseia seu trabalho na imparcialidade, rigor científico e precisão, o que a levou a ser reconhecida globalmente como a empresa mais precisa em 102 eleições nos últimos sete anos.
