Memória empresarial se torna estratégia de comunicação no evento ‘Fala, Mercado’

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A memória empresarial se torna um ativo estratégico em meio à inovação.

Em um cenário onde a inovação e a agilidade dominam, muitas organizações têm reconhecido a importância de sua própria história como um ativo valioso. Este tema foi abordado no programa ‘Fala, Mercado’ da última semana.

Apresentado por Márcia Christofoli, o programa contou com a participação de Carine Fernandes, assessora de Comunicação do Sindicato das Escolas Particulares do Rio Grande do Sul, e Eduardo Borba, da EC Borba Consultoria. Durante o debate, os convidados exploraram como a memória empresarial contribui para a construção da identidade, cultura e posicionamento institucional das organizações.

Os especialistas destacaram que a memória empresarial evoluiu de um mero acervo de documentos para uma ferramenta de comunicação que fortalece os laços com diversos públicos. Narrativas construídas a partir de fotografias, arquivos e depoimentos tornam-se essenciais para contextualizar a trajetória das empresas, estabelecendo conexões entre passado, presente e futuro.

Jornalismo e memória

O desafio, no entanto, é tornar esses conteúdos relevantes para audiências cada vez mais digitais e imediatistas. A discussão também enfatizou a importância do Jornalismo nos projetos de memória. Mais do que apenas organizar informações, a abordagem jornalística proporciona um contexto, apura versões e constrói relatos consistentes sobre a trajetória das instituições.

Eduardo e Carine concordam que a memória empresarial deve refletir não apenas as conquistas, mas também os desafios e aprendizados enfrentados ao longo do tempo. Essa perspectiva é fundamental para criar uma narrativa autêntica que esteja alinhada à realidade das organizações.

O episódio completo está disponível na plataforma Coletiva.TV.

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