Trump anuncia que Apple e Intel produzirão chips nos Estados Unidos

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Apple e Intel podem formar parceria para fabricação de chips nos EUA.

Uma potencial colaboração entre Apple e Intel visa diversificar a produção de semicondutores da fabricante do iPhone, atualmente concentrada na TSMC, em Taiwan.

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos anunciou que a Apple estaria disposta a trabalhar com a Intel no desenvolvimento e na fabricação de chips no território americano. Essa iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla para aumentar a produção de semicondutores nos Estados Unidos, embora as empresas ainda não tenham oficializado o acordo.

Informações indicam que a Intel havia chegado a um entendimento preliminar para fabricar parte dos chips da Apple, após um ano de negociações. Essa parceria pode ser crucial para a Apple, que, até o momento, depende fortemente da TSMC, cujas capacidades de fabricação também atendem a demandas de empresas de inteligência artificial, como Nvidia e AMD.

O presidente destacou que administrações anteriores permitiram a deslocalização da indústria de semicondutores para outros países, mencionando especificamente Taiwan. Ele expressou a necessidade de restaurar a capacidade de produção de componentes nos Estados Unidos, enfatizando a importância de projetar e fabricar chips internamente.

Além disso, o presidente vinculou a colaboração da Apple a compromissos semelhantes de outras empresas, como Nvidia e Elon Musk. Ele mencionou que a Nvidia concordou em fabricar seus chips com a Intel e que Musk está investindo na construção da maior fábrica de chips do mundo, em parceria com a Intel.

As ações da Intel registraram um aumento significativo, quase 10%, nas negociações pré-abertura do mercado, refletindo a expectativa positiva em relação a essa possível parceria. A Intel também anunciou que sua nova tecnologia de fabricação 18A entrou na fase inicial de produção, um passo importante para competir com a TSMC.

Em 2025, o governo Trump adquiriu uma participação de 10% na Intel, com investimentos de cerca de US$ 10 bilhões destinados à construção e ampliação de fábricas nos Estados Unidos. O presidente afirmou que o valor de mercado da Intel cresceu substancialmente desde a aquisição, embora esses números ainda não tenham sido confirmados pela empresa.

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