Demissão voluntária é o tipo de desligamento mais comum no Rio Grande do Sul em 2025, aponta estudo

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Aumento das demissões voluntárias no Rio Grande do Sul em 2025

As demissões voluntárias cresceram 6% em 2025 em relação ao ano anterior, segundo dados recentes. Essa modalidade de desligamento foi a mais comum no Rio Grande do Sul, refletindo mudanças nas dinâmicas do mercado de trabalho.

Durante o ano de 2025, foram registrados 1.573.789 desligamentos, dos quais 41% ocorreram a pedido dos trabalhadores. Os desligamentos sem justa causa representaram 38,1%, seguidos por término de contrato (17,9%), com justa causa (1,8%) e por acordo (1%). Essas informações são extraídas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

O aumento das demissões voluntárias é visto como um sinal de maior negociação por parte dos trabalhadores. Estudos indicam que essa tendência é mais pronunciada entre mulheres, jovens e indivíduos com maior nível de escolaridade, especialmente nos setores de serviços e comércio.

No total de 638.154 demissões a pedido registradas em 2025, 316.462 eram de homens e 321.692 de mulheres. A faixa etária de 18 a 24 anos foi a mais afetada, representando 29% desse total. Os dados mostram que 25% dos desligados tinham entre 30 e 39 anos, 18% entre 25 e 29 anos, 16% entre 40 e 49 anos e 8% entre 50 e 64 anos.

Em relação à escolaridade, a maioria dos demitidos possuía Ensino Médio completo (54%), enquanto 8% tinham Ensino Superior e 9% Ensino Fundamental. Esses números evidenciam a heterogeneidade do perfil dos trabalhadores que optaram por se desligar.

Seguindo essa tendência, 38% das demissões voluntárias ocorreram no setor de serviços, 29% no comércio, 23% na indústria, 5% na construção e 4% na agropecuária.

O perfil geral dos trabalhadores desligados em 2025 mostra que 54,4% eram homens e 45,5% mulheres. A faixa etária predominante foi de 18 a 24 anos (25,5%), seguida por 30 a 39 anos (25,4%), 40 a 49 anos (17,5%), 25 a 29 anos (17,4%) e 50 a 64 anos (10,2%). Quanto à escolaridade, 53,6% tinham Ensino Médio, 8,3% Ensino Superior e 9,6% Ensino Fundamental.

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