Michelle é considerada a mulher mais poderosa do Brasil, segundo pesquisa

Compartilhe essa Informação

Michelle Bolsonaro é considerada a mulher com maior poder político no Brasil, segundo pesquisa.

A nova pesquisa divulgada revela que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é vista como a mulher com mais poder político no Brasil. O levantamento foi realizado às vésperas das convenções partidárias.

De acordo com os dados, 15,4% dos entrevistados mencionaram Michelle espontaneamente, sem opções prévias. Em segundo lugar, está a primeira-dama Janja, com 9%, seguida pela ministra do STF, Cármen Lúcia, com 4,5%. A deputada Erika Hilton (Psol-SP) ocupa a sexta posição, com 1,7%, enquanto Marina Silva (Rede) aparece em oitavo, com 1,5%.

A pesquisa também analisou a repercussão de um episódio em que Michelle Bolsonaro expôs desavenças com Flávio Bolsonaro nas redes sociais. Dos entrevistados, 33,5% afirmaram ter acompanhado o caso, enquanto 24,1% disseram ter ouvido falar sobre ele. Por outro lado, 25,2% não estavam cientes do episódio e 17,1% não souberam responder.

Entre aqueles que conheciam o vídeo, a avaliação foi majoritariamente favorável a Michelle. Aproximadamente 29% consideraram suas declarações totalmente verdadeiras, enquanto 35% acreditavam que eram mais verdadeiras do que falsas. Em contrapartida, 29% acharam que as falas eram mais falsas do que verdadeiras, e apenas 0,3% as consideraram totalmente falsas.

No total, 64% dos que conheciam o episódio validaram a versão apresentada por Michelle, em comparação a 29,3% que demonstraram descrença. Quando questionados sobre o impacto do vídeo na confiança em Michelle, 44,4% disseram que isso não alterou sua confiança, enquanto 23,4% afirmaram que passaram a confiar mais e 17,3% relataram uma diminuição na confiança. Outros 14,9% não souberam responder.

A pesquisa também abordou a frase atribuída ao influenciador Paulo Figueiredo, que afirma que “mulheres votam estatisticamente muito mal, principalmente as mulheres solteiras”. A rejeição a essa afirmação foi significativa: 44% dos entrevistados discordaram totalmente, e 16,6% discordaram parcialmente. Apenas 4,3% concordaram totalmente, enquanto 7,3% concordaram parcialmente.

Quando analisado por gênero, a discrepância se torna ainda mais evidente. Entre os homens, 9% concordam totalmente e 15,1% parcialmente com a afirmação, enquanto 37,9% discordam totalmente. Entre as mulheres, 49,6% discordam totalmente e 25,8% discordam parcialmente, demonstrando um repúdio mais forte à declaração.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *