Flávio Bolsonaro afirma não ter relação com Michelle e nega pressioná-la por apoio
Flávio Bolsonaro comenta sobre sua relação com Michelle e defende a união da centro-direita
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que não mantém uma relação com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e que não a pressionará por apoio em sua candidatura à presidência.
Em entrevista ao podcast Flow, Flávio afirmou que a compreensão sobre os inimigos do Brasil deve ser clara, destacando que o foco deve estar na fidelidade ao presidente Jair Bolsonaro. Ele enfatizou que nunca pressionou Michelle a entrar ou não na campanha.
O senador também comentou sobre um vídeo em que Michelle o acusa de maltratá-la durante as articulações da eleição no Ceará, afirmando que não assistiu ao material para não se contaminar com a situação.
Flávio criticou o “fogo amigo” entre aliados da direita, ressaltando que sempre respeitou Michelle, esposa de seu pai, e que se não houvesse respeito, a situação teria sido contornada antes.
Durante a entrevista, Flávio defendeu a união da centro-direita e se negou a criticar outros candidatos à presidência, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Ele acredita que atacar uns aos outros é um desserviço e que o foco deve ser nas propostas que acredita.
O senador expressou a expectativa de avançar para o segundo turno, ressaltando a necessidade de apoio de adversários do mesmo espectro político. Ele destacou que não faz sentido atacar outros candidatos da centro-direita, pois todos precisarão se unir contra o PT.
Flávio também comentou sobre o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que acreditava que o produtor Daniel Vorcaro estava seguindo a lei ao negociar verbas para a produção. Ele minimizou a possibilidade de lançamento do filme em 11 de setembro, afirmando que não há uma data definida.
O senador garantiu que participará de debates com outros candidatos, afirmando que sua equipe nunca comunicou a intenção de evitar essas situações. Ele se mostrou aberto a enfrentar qualquer adversário durante a campanha.
Em relação à exploração de petróleo na Margem Equatorial, Flávio criticou a burocracia imposta pelo Ibama, afirmando que a falta de licenciamento ambiental tem travado o processo. Ele questionou a lógica de não explorar o petróleo na região, especialmente considerando que países vizinhos já o fazem.
Flávio também direcionou críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), acusando ministros de tentarem interferir nas eleições e usurpar as funções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essa estratégia reflete a postura de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente atacava os tribunais.
