Trump e Infantino acompanham a final da Copa do Mundo juntos

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Trump e Infantino juntos na final da Copa do Mundo de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, estarão presentes na final da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Ambos assistirão ao jogo entre Argentina e Espanha no mesmo camarote.

Recentemente, Trump e Infantino estiveram envolvidos em um episódio controverso da Copa de 2026, relacionado à anulação da expulsão do atacante Folarin Balogun, da seleção dos EUA. A situação gerou discussões entre os dois, com Trump solicitando uma revisão da decisão, embora Infantino tenha esclarecido que a questão caberia a órgãos judiciais independentes da FIFA.

Balogun foi expulso durante a partida em que os EUA venceram a Bósnia, mas teve sua suspensão revogada em 5 de julho, permitindo sua participação nas oitavas de final do torneio.

Trump afirmou que sua intenção foi apenas pedir uma revisão do lance e negou qualquer pressão sobre a FIFA, além de criticar o árbitro brasileiro Raphael Claus, responsável pela expulsão.

Trump entregará troféu na final

Na final, Trump será responsável por entregar o troféu de campeão da Copa do Mundo de 2026, acompanhado por Gianni Infantino. Ambos já participaram juntos de uma cerimônia de premiação em 2025, no encerramento da primeira edição da Copa do Mundo de Clubes com 32 equipes, realizada nos EUA.

Nessa ocasião, o Chelsea conquistou o título ao vencer o PSG por 3 a 0, e Trump entregou a taça ao capitão Reece James, recebendo vaias de parte do público durante a cerimônia.

A Copa do Mundo

A Copa do Mundo é um evento esportivo privado, realizado a cada quatro anos pela FIFA, visando lucro. As seleções se classificam através de eliminatórias, e a escolha da comissão técnica e do elenco é feita por entidades privadas.

No Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é responsável por definir o treinador e os jogadores convocados, sendo uma organização privada sem vínculo com o governo federal. Assim, o governo brasileiro não influencia a seleção que representa o país no torneio, já que a equipe é escolhida por uma entidade privada.

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