Relatório revela que Cuba espionou os Estados Unidos por 67 anos
Relatório revela ações de espionagem de Cuba nos EUA ao longo de 67 anos.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um relatório que aponta uma longa história de espionagem e subversão promovida por Cuba no território norte-americano, com início na Revolução Cubana de 1959.
De acordo com o documento, Havana teria infiltrado agentes em altos escalões do governo dos EUA, além de ter recrutado e treinado diversas gerações de ativistas, apoiando grupos de esquerda armados ao longo dos anos.
Esse relatório surge em um contexto de crescente pressão da administração Trump sobre Cuba. Recentemente, o presidente aplicou sanções contra indivíduos ligados ao governo cubano, enfatizando a necessidade de se livrar do regime comunista da ilha.
A análise do governo americano caracteriza a estratégia cubana como um “novo modelo para uma guerra de desgaste prolongada”, que envolve espionagem, infiltração, sabotagem e a formação de redes de aliados.
O documento também menciona que, apesar da grave crise econômica enfrentada por Cuba, seu objetivo permanece inalterado: promover uma revolução marxista que elimine a influência dos Estados Unidos na região.
Além disso, o relatório conecta os recentes movimentos sociais nos EUA, como aqueles que se seguiram à morte de George Floyd em 2020, à suposta influência cubana nas tensões sociais do país.
Ao compartilhar o relatório, o secretário de Estado Marco Rubio, de origem cubana, afirmou que o regime cubano tem sido um dos principais patrocinadores do esquerdismo radical e do terceiro-mundismo nos Estados Unidos por mais de seis décadas.
Rubio destacou que o Departamento de Estado está revelando a totalidade da história de espionagem e subversão cubana, enfatizando que a população americana merece estar ciente dessas atividades.
