Lula lidera corrida presidencial com 40% enquanto Flávio Bolsonaro registra 32% segundo Datafolha
Lula lidera intenções de voto em pesquisa Datafolha, seguido por Flávio Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se destaca na corrida pela Presidência da República, alcançando 40% das intenções de voto no primeiro turno, conforme pesquisa recente. O senador Flávio Bolsonaro ocupa a segunda posição, com 32% das preferências.
Na sequência, aparecem outros candidatos como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 9%; o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, com 5%; e o governador do Pará, Helder Barbalho, com 2%. Os votos brancos, nulos e a opção “nenhum” somam 7%, enquanto 5% dos entrevistados não souberam indicar um candidato.
Quando considerados apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Lula teria 45% das intenções, enquanto Flávio Bolsonaro registraria 36%. Caiado teria 10%, Leite 6% e Barbalho 2%.
Em um possível segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente mantém uma leve vantagem, com 47% contra 45% do senador. Os votos brancos e nulos nesse cenário somam 6%, e 2% dos entrevistados não souberam responder.
Além disso, o Datafolha simulou outros confrontos eleitorais, onde Lula venceria Caiado por 47% a 40% e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, por 48% a 40%. Os resultados mostram estabilidade em relação à pesquisa anterior realizada em junho.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos principais pré-candidatos, revelando que Flávio Bolsonaro apresenta o maior índice, com 48% dos eleitores afirmando que não votariam nele de forma alguma. Lula segue de perto, com 46% de rejeição. Os demais candidatos testados têm índices de rejeição que chegam a 13%.
O levantamento foi conduzido após novas informações sobre a relação de Flávio Bolsonaro com o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, mas não houve mudanças significativas no cenário eleitoral em comparação com a pesquisa anterior.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 136 municípios entre os dias 22 e 24 de julho, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e um nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
