Renan critica Lula e Flávio e defende medidas extremas contra ladrões

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Renan Santos critica benefícios sociais durante congresso do partido Missão

O presidente do partido Missão e pré-candidato à Presidência da República, Renan Santos, expressou suas opiniões sobre adversários políticos e políticas sociais durante o 1º Congresso Nacional do partido, realizado em São Paulo.

Durante seu discurso, ele não poupou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao senador Flávio Bolsonaro, chamando-os de “vagabundos”. Renan enfatizou que, em um eventual governo seu, a segurança seria uma prioridade, afirmando que medidas drásticas seriam tomadas contra a criminalidade.

O candidato criticou iniciativas como o vale-gás e a distribuição de celulares, argumentando que essas políticas comprometem o futuro do país ao aumentar o endividamento público. Para ele, tais medidas representam uma forma de “penhorar” as gerações futuras.

Renan afirmou: “Meu governo não é um governo disso, meu país não é um país disso, meu país não vai oferecer esmola pra ninguém.” Ele defendeu a ideia de que os cidadãos devem conquistar suas posses sem depender de assistencialismo.

Além disso, o discurso incluiu críticas a outros políticos e partidos. Renan mencionou Sergio Moro, afirmando que o ex-juiz não conseguiu defender seu legado e se tornou dependente daqueles que minaram sua obra, a Lava Jato. Ele destacou que o trabalho do partido Missão não será trocado por cargos políticos.

O candidato também se dirigiu ao partido Novo, alegando que este não permite liberdade de expressão, e comentou sobre a necessidade de investigações em relação aos ministros do STF, prometendo nomeações “republicanas” para o Supremo Tribunal Federal.

Ao final do evento, Aroldo Medina, candidato a vice-presidente na chapa de Renan, presenteou-o com uma adaga chamada “Espadim de Tiradentes”, simbolizando a luta por um governo com “mãos limpas”. Ambos usavam luvas brancas ao manusear o artefato, reforçando a mensagem de integridade.

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