ACM Neto e Jerônimo empatam na Bahia enquanto Rui Costa e Jaques Wagner lideram na corrida ao Senado, revela pesquisa do Real Time Big Data
Empate técnico marca disputa entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues na Bahia
Uma pesquisa recente revelou um empate técnico entre os candidatos ACM Neto, ex-prefeito de Salvador, e Jerônimo Rodrigues, atual governador da Bahia, nas eleições para o governo do estado em 2026.
Nos dois cenários de pesquisa estimulada, ACM Neto obteve entre 44% e 45% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues ficou com 42%. Apesar da ligeira vantagem de Neto, a margem de erro de dois pontos porcentuais indica um cenário de empate.
Outros candidatos, como Ronaldo Mansur (PSOL) e José Estevão (DC), atingiram 2% e 1%, respectivamente, enquanto Ariel Capistrano (DC) e Aroldo Félix (UP) não pontuaram. Os votos nulos e brancos somaram 7%, e 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Na simulação de um segundo turno entre Neto e Rodrigues, ACM Neto registrou 45% de preferência, contra 44% para Jerônimo. Assim como no primeiro turno, a diferença é considerada dentro da margem de erro, caracterizando um empate técnico.
Em relação à disputa pelo Senado, os pré-candidatos do PT, Rui Costa e Jacques Wagner, registraram 25% e 20% de intenções de voto, respectivamente. João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) aparecem com 15%, enquanto Delliana Ricelli (PSOL) tem 5%. Os demais candidatos não ultrapassaram 1%. Nulos e brancos somaram 9%, e 8% não souberam ou não responderam.
No cenário da corrida presidencial na Bahia, o presidente Lula lidera com 56% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 23%. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) têm 5% e 3%, respectivamente. No segundo turno, Lula alcança 59% contra 30% de Flávio Bolsonaro, que apresenta uma rejeição de 57% no estado, enquanto Lula tem 28% de rejeição.
A pesquisa foi realizada pela Real Time Big Data, com 1.600 entrevistas entre os dias 6 e 10 de outubro, apresentando uma margem de erro de dois pontos porcentuais e um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).