Charlie Kirk lidera boicote a Bad Bunny no Super Bowl e promove show alternativo com músicos pró-Trump
Show da Turning Point atrai milhões de espectadores e gera polêmica nas redes sociais.
O evento “The All American Halftime Show”, promovido pela Turning Point, foi transmitido ao vivo pelo YouTube e alcançou a impressionante marca de 5 milhões de espectadores simultâneos. Até o dia 9 de fevereiro, a apresentação já havia sido vista por 19 milhões de pessoas.
Kid Rock foi a atração principal do show, que também contou com as participações de Brantley Gilbert, Lee Brice e Gabby Barrett, todos renomados artistas da música country americana. Além das performances, o evento fez homenagens a Kirk, ampliando seu apelo emocional.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, compartilhou sua experiência assistindo ao evento na rede social X, declarando que sua família estava acompanhando a transmissão.
As reações nas redes sociais foram polarizadas. Apoios ao governo de Donald Trump descreveram o evento como uma “alternativa patriótica”, enquanto críticos apontaram a frase de um artista porto-riquenho durante a apresentação: “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”, como um exemplo de discordância.
O Super Bowl é conhecido por seu show de intervalo, que se destaca como um dos eventos musicais mais assistidos mundialmente, atraindo mais de 100 milhões de telespectadores apenas nos Estados Unidos. Este ano, o show ocorreu no Levi’s Stadium, na Califórnia, durante a disputa entre New England Patriots e Seattle Seahawks.
Bad Bunny, um artista com forte presença política, também se apresentou no Super Bowl. Ele é reconhecido por sua música que reflete questões sociais e políticas, o que gerou críticas entre alguns apoiadores de Trump. Sua escolha para o evento foi vista por alguns como controversa, dada sua postura ativa em questões políticas, especialmente em relação a protestos em Porto Rico.
Com uma carreira marcada por letras em espanhol e influências latinas, Bad Bunny tem se destacado na cena musical americana, mantendo sua identidade cultural enquanto conquista o público. Suas performances e posicionamentos têm gerado debates sobre a representação latina na indústria musical dos EUA.
