Digibee avança na era da inteligência artificial com lançamento de plataforma de arquitetura AI Native
Digibee revoluciona sua plataforma com arquitetura AI Native, prometendo transformar integrações empresariais.
Após nove meses de desenvolvimento, a Digibee anunciou uma nova fase em sua trajetória. A empresa lançou uma plataforma com arquitetura AI Native, colocando a inteligência artificial como elemento central de sua estratégia.
Essa iniciativa marca a maior evolução da empresa desde sua fundação em 2017, ao reconstruir a arquitetura da plataforma em vez de simplesmente adicionar funcionalidades de IA. A expectativa é que, nos próximos anos, a solução se integre à rotina das equipes de integração nas organizações.
“Com a nossa plataforma AI Native, vamos mudar a natureza do trabalho dos times de tecnologia. Queremos ser a camada de conectividade e automação que as empresas precisam na era da IA. Somos a base que garante acesso, controle, governança e auditoria, assegurando que os agentes operem com dados e processos corretos”, afirma o CEO e cofundador da Digibee.
O projeto exigiu uma reavaliação da forma como os sistemas de integração são construídos e operados. Durante o desenvolvimento, a equipe revisou componentes da arquitetura, eliminando abordagens que não garantiam confiabilidade e adaptando a plataforma para que os Digital Workers, agentes de IA da Digibee, pudessem interpretar informações técnicas de forma mais eficaz.
Um exemplo significativo dessa evolução foi a substituição de interfaces projetadas para interação humana por estruturas mais adequadas ao processamento automatizado. Isso prioriza dados estruturados, logs e outros elementos que aumentam a precisão e a rastreabilidade das operações.
“Durante o desenvolvimento, percebemos que não bastava adaptar interfaces criadas para pessoas. Os Digital Workers precisavam consumir informações de maneira diferente. Em muitos casos, os logs eram mais ricos do que a interface visual para guiar a tomada de decisão do agente”, destaca o cofundador e CTO da empresa.
Os primeiros testes com parceiros-piloto indicam que a nova plataforma pode ampliar em até 32 vezes a capacidade das equipes de integração, reduzindo significativamente o tempo de execução de projetos que antes levavam meses.
A nova arquitetura combina três elementos principais:
- Na operação, os Digital Workers da Digibee assumem o comando, funcionando como agentes de IA especializados em integração, treinados com as melhores práticas da empresa ao longo de quase uma década. Eles interagem com os usuários como consultores, discutindo gerenciamento de erros e trade-offs, ao invés de esperar por prompts perfeitos.
- No ambiente, a plataforma AI Native utiliza conectores validados e componentes determinísticos para gerar a lógica de integração, evitando a criação de código livremente. Todo o trabalho dos Digital Workers passa por guardrails de sistema, gerenciamento de credenciais, monitoramento e escala automática.
- No desenvolvimento, a plataforma se baseia em especificações que documentam as funções de cada integração. Cada interação com os agentes se transforma em documentação rastreável e auditável, contribuindo para a memória organizacional. Essa abordagem não apenas é segura, mas também se torna mais eficiente com o tempo, permitindo que cada nova integração seja construída mais rapidamente.
“A inteligência artificial não reduziu o backlog de integrações, mas multiplicou sua necessidade. Cada agente criado por uma empresa requer acessos seguros e governados para sistemas que não foram projetados para essa tecnologia”, conclui Bernardinelli. “Na era da IA, as empresas que se destacarem serão aquelas cujos times de integração podem oferecer soluções na velocidade que o negócio demanda, sem comprometer a confiabilidade necessária.”