Plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe incentivos a biocombustíveis, afirma Rogério Marinho

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Rogério Marinho defende Flávio Bolsonaro após críticas sobre etanol.

O coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, senador Rogério Marinho, manifestou apoio ao candidato após uma série de críticas provenientes da oposição, de aliados e de entidades do setor produtivo sobre uma declaração feita por Flávio a respeito do etanol.

Marinho destacou que Flávio Bolsonaro é um defensor do setor sucroenergético e dos biocombustíveis, afirmando que seu plano de governo visa transformar o Brasil em uma potência nesse segmento. O senador mencionou a intenção de fortalecer e expandir o RenovaBio para o exterior, além de implementar a Lei do Combustível do Futuro, que permitirá a venda de créditos de carbono a nível global.

A declaração de Flávio, que ocorreu durante uma live semanal, gerou uma repercussão negativa ao afirmar que “a gasolina virou etanol” e criticar o aumento da mistura obrigatória do biocombustível na gasolina. O candidato também indicou a possibilidade de reavaliar essa mistura, caso seja eleito, o que provocou reações imediatas do setor sucroenergético e de ex-ministros do governo anterior.

Em sua nota, Marinho ressaltou que o plano de Flávio Bolsonaro inclui medidas eficazes e permanentes para incentivar o setor, como a redução de impostos sobre o etanol hidratado, simplificação tributária e crédito para inovações em biogás e hidrogênio verde. Ele enfatizou que a mistura de etanol na gasolina deve ser encarada como uma política de Estado.

O senador argumentou que essa política valoriza a produção agrícola, melhora a qualidade do ar nas cidades e reduz a dependência de combustíveis importados, aumentando, assim, a segurança energética do país. Ele criticou a utilização dessa política como um instrumento temporário para controlar os preços em períodos eleitorais, fazendo referência ao aumento do percentual obrigatório de etanol na gasolina, que foi elevado de 30% para 32% recentemente.

Por fim, Marinho assegurou que Flávio Bolsonaro compreende a importância do setor de biocombustíveis para o desenvolvimento econômico do Brasil.

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