Google disponibiliza plano de demissão voluntária para funcionários insatisfeitos, segundo publicação jornalística
Google oferece pacotes de desligamento a funcionários insatisfeitos com o ritmo de trabalho.
O Google iniciou 2026 com uma comunicação clara para seus colaboradores: aqueles que não se sentem confortáveis com o ritmo de trabalho ou que desejam seguir novos caminhos podem optar por sair da empresa com um pacote de desligamento.
A companhia está disponibilizando programas de saída voluntária para alguns integrantes de sua organização global de negócios, que inclui áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.
A informação foi compartilhada em um e-mail enviado pelo diretor de negócios do Google, Philipp Schindler, à equipe. O conteúdo do e-mail destaca a posição forte da empresa, impulsionada pelos resultados de 2025, mas também enfatiza a necessidade de um ritmo acelerado em um cenário dinâmico.
Schindler afirmou que todos os membros da organização precisam estar completamente comprometidos com a missão da empresa e adotar a inteligência artificial como uma ferramenta para ampliar o impacto de seu trabalho.
Para aqueles que não estão satisfeitos com o ritmo ou que desejam deixar a empresa, a opção de saída voluntária está sendo oferecida, mas atualmente se aplica apenas a determinadas funções nos Estados Unidos.
As áreas elegíveis incluem equipes de soluções, vendas e desenvolvimento corporativo, enquanto grandes equipes de vendas e cargos voltados diretamente ao atendimento ao cliente foram excluídos do programa para evitar impactos negativos nas relações com os clientes.
“Embora todas as funções da GBO sejam essenciais para nossa estratégia de longo prazo, decidimos não oferecer o programa para esses cargos específicos para limitar ao máximo qualquer interrupção aos nossos clientes”, escreveu Schindler no e-mail.
Essa não é a primeira vez que a empresa adota essa abordagem. O Google já ofereceu pacotes de desligamento a funcionários de outras áreas ao longo do último ano, incluindo ofertas semelhantes feitas em junho e outubro, quando a companhia reforçou sua política de retorno ao escritório e reorganizou o YouTube.
