EUA eliminam cinco petroleiros iranianos após ataque a navio
Conflito entre EUA e Irã se intensifica com ataques a petroleiros
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) destruiu cinco petroleiros iranianos em resposta a ataques da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, que disparou mísseis balísticos contra uma embarcação de guerra americana em dois dias consecutivos.
A ação militar ocorreu em 8 de setembro de 2026, após a Guarda Revolucionária Islâmica tentar atingir o navio americano. Apesar das tentativas de ataque, a embarcação conseguiu se esquivar e continuou suas operações na região, sem que houvesse feridos entre os militares dos EUA.
Desde o final de fevereiro de 2026, os dois países têm se envolvido em uma série de confrontos. Embora uma trégua tenha sido anunciada em junho, os ataques foram retomados, especialmente nas proximidades do estreito de Ormuz e na costa sul do Irã, áreas estratégicas para o tráfego marítimo e exportação de petróleo.
Reação do Irã
Após os ataques, a Guarda Revolucionária Islâmica ameaçou transformar embarcações nos portos do Kuwait e do Bahrein que abrigam forças norte-americanas em alvos. A força naval do Irã emitiu um alerta, recomendando que as tripulações deixassem os navios em segurança.
Escalada de hostilidades
As tensões entre os países já estavam elevadas no fim de semana anterior, impactando os mercados internacionais. Em 5 de setembro, o Centcom havia atacado três petroleiros iranianos em resposta aos disparos da Guarda Revolucionária contra dois navios de guerra dos EUA que estavam em patrulha.
Os petroleiros foram atingidos por mísseis próximos à Ilha Kharg, no Golfo Pérsico. Em retaliação, o Irã anunciou que atacou uma embarcação não tripulada dos EUA que tentava acessar o estreito de Ormuz.
O governo iraniano declarou que responderia a futuras agressões contra seus navios de maneira “mais rápida e dolorosa”. Contudo, os militares norte-americanos refutaram a alegação do Irã, classificando-a como uma “mentira”.
