Ativações se destacam nas estratégias de marcas em 2026

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Ativações presenciais se destacam nas estratégias de Marketing em 2026.

As ativações presenciais se tornaram uma tendência crescente nas estratégias de Marketing em 2026, com marcas buscando intensificar o contato com seus públicos. A pesquisa sobre tendências de marketing deste ano revela que as mídias de Varejo têm um desempenho 1,8 vez superior, triplicando a intenção de compra na fase final da jornada do consumidor.

Empresas de diversos setores têm investido em experiências presenciais para estreitar a relação com os consumidores. Um exemplo notável foi a participação do Banrisul e do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) na Expointer deste ano, que ocorreu no início do mês.

Durante a feira, os estandes foram projetados para oferecer mais do que simples exposições de produtos e serviços. As empresas proporcionaram programações diversificadas, experiências interativas e oportunidades de relacionamento, integrando comunicação institucional e estratégias inovadoras para interagir com os visitantes.

O Banrisul, por sua vez, ampliou sua atuação na Expointer, diversificando suas ofertas entre soluções para o agronegócio, atendimento ao público e ações de relacionamento com clientes e parceiros. Essa estratégia visa fortalecer a presença da instituição no setor e aumentar o engajamento com os visitantes.

A Fiergs também se destacou com a criação da Casa da Indústria, que ocupou uma área maior em comparação à edição anterior. A gerente-executiva de Comunicação e Marketing da entidade destacou que a ampliação foi motivada pela demanda de visitantes interessados em compreender melhor a atuação da instituição.

O espaço foi projetado para apresentar os diversos serviços e áreas que compõem a Fiergs, incluindo educação, saúde e formação profissional, além de entidades e sindicatos associados. A intenção era demonstrar a relevância da indústria no cotidiano e sua contribuição para o desenvolvimento econômico do estado.

A ativação na feira funcionou como uma porta de entrada para o conteúdo institucional, destacando a Vitrine da Indústria Gaúcha, que expôs produtos fabricados localmente. A proposta era despertar o interesse dos visitantes e, a partir disso, fornecer informações sobre a indústria e a entidade.

A arquitetura do espaço também foi estrategicamente planejada. Em vez de se limitar a áreas de exposição, a Casa da Indústria incluiu mesas, auditório, salas para reuniões e um estúdio para gravações. O objetivo era incentivar a permanência do público, criando oportunidades para networking e apresentação de produtos.

A estrutura foi pensada para atender diferentes públicos, como empresários, representantes da indústria, imprensa e visitantes em geral. O estúdio, por exemplo, foi utilizado para gravações e coletivas, enquanto os demais ambientes serviram para reuniões e encontros profissionais. A executiva ressaltou que o contato com os visitantes é mais eficaz quando há oportunidades de apresentar as atividades da instituição.

Além disso, o modelo adotado pela Fiergs incorporou áreas de alimentação e convivência, com café e refeições, para incentivar a permanência dos visitantes. O conceito de “casa” guiou o projeto, criando um ambiente acolhedor para conversas e para a apresentação de conteúdos e produtos.

A comunicação também teve um papel importante, com a equipe utilizando a estrutura para interagir com diferentes públicos e produzir conteúdo. O trabalho envolveu cerca de 60 profissionais de Comunicação e Marketing, que se revezaram para manter as atividades durante a feira e acompanhar a operação no local.

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