Possíveis candidatos à presidência do São Paulo são apresentados
Eleição no São Paulo definirá nova diretoria para os próximos três anos
A eleição do São Paulo está se aproximando, com a definição da nova diretoria do clube para os próximos três anos. O processo eleitoral ocorrerá em duas etapas: na segunda quinzena de novembro, os sócios elegerão 100 novos conselheiros, enquanto na primeira quinzena de dezembro, o Conselho Deliberativo escolherá o presidente, vice-presidente e a diretoria. A data exata para a votação presidencial ainda está pendente.
Recentemente, o calendário eleitoral foi antecipado após a publicação de um edital que estabelece o dia 15 de outubro como prazo para o registro das chapas de conselheiros. Essa mudança visa assegurar um processo mais ágil e organizado para a eleição.
Oposição
Na oposição, a chapa já está definida com Marcelo Portugal Gouvêa como candidato à presidência, apoiado pelos grupos Força São Paulo, Novo São Paulo e Salve o Tricolor Paulista. Eduardo Alfano, também do Novo São Paulo, ocupará a vice-presidência, enquanto Fábio Mariz é o candidato à presidência do Conselho Deliberativo. O anúncio oficial da chapa ainda está por vir, mas as articulações estão bem avançadas.
Situação
Adilson Alves Martins surge como o nome mais forte na situação. Ele é empresário, conselheiro vitalício e atua como assessor financeiro da presidência desde março, integrando o grupo Sempre Tricolor. Contudo, ele ainda está avaliando a viabilidade de conciliar a presidência do clube com suas atividades empresariais, e sua candidatura não foi confirmada até o momento. Os grupos governistas ainda não chegaram a um consenso sobre uma alternativa.
Harry Massis, atual presidente do São Paulo, assumiu o cargo no início de 2026 após o impeachment de Julio Casares. Embora tenha considerado se candidatar novamente, sua influência nas articulações internas diminuiu, o que pode impactar sua participação no processo eleitoral.
Como funciona a eleição
O Conselho Deliberativo do São Paulo é composto por 252 membros, sendo 152 vitalícios e 100 eleitos. Dentre esses, quatro conselheiros não têm direito a voto. A situação é representada por cinco grupos que somam 133 conselheiros, enquanto a oposição é formada por quatro grupos com 101 integrantes. Além disso, há 14 conselheiros independentes que não se alinham a nenhum bloco.
Os grupos da situação incluem Legião, Somos SPFC, Participação, Sempre Tricolor e Vanguarda. Por outro lado, os blocos da oposição são Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo, Força SP e Força-Super. A composição do Conselho será alterada com a eleição dos 100 novos conselheiros em novembro, e, em seguida, os eleitos determinarão o presidente, o vice-presidente e os demais membros da diretoria para o próximo mandato.