PoderData revela que Lula tem 47% de rejeição e Flávio 46%

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Pesquisa revela alta taxa de rejeição entre candidatos à presidência

Um levantamento recente indica que 47% dos entrevistados afirmam que não votariam “de jeito nenhum” no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 46% têm a mesma opinião sobre o senador Flávio Bolsonaro. Esses números complicam a chance de ambos conseguirem vencer as eleições no primeiro turno, que exige pelo menos 50% mais um dos votos válidos.

A pesquisa mostra uma leve queda na rejeição ao presidente Lula, que passou de 49% para 47%, enquanto a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro diminuiu de 47% para 46%. Essa oscilação pode indicar uma leve mudança na percepção do eleitorado em relação aos candidatos.

Entre os entrevistados, 40% afirmam que Lula é o “único candidato em quem votariam”, um aumento em relação à pesquisa anterior, que registrou 37%. Além disso, 9% disseram que “poderiam votar” nele, mantendo o mesmo percentual da rodada anterior.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, é considerado a única opção para 38% dos entrevistados, com 9% afirmando que “poderiam votar” nele. Na pesquisa anterior, esses números eram de 34% e 13%, respectivamente, o que sugere uma leve melhora na percepção do eleitorado sobre sua candidatura.

A pesquisa foi realizada entre 30 de setembro e 2 de outubro de 2026, abrangendo 4.000 entrevistas em 786 municípios de todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual, e o intervalo de confiança é de 95%. Este levantamento é parte de um esforço contínuo para entender as dinâmicas eleitorais e a intenção de voto no Brasil.

Os dados coletados refletem um processo rigoroso de amostragem, onde são feitas dezenas de milhares de ligações para garantir que os entrevistados representem fielmente a população brasileira em termos de sexo, idade, renda e localização geográfica. Este método é fundamental para a validade dos resultados apresentados.

Os resultados da pesquisa são disponibilizados ao público e podem ser acessados através de plataformas digitais, que buscam democratizar o acesso à informação de qualidade e promover um entendimento mais profundo sobre as tendências eleitorais no país.

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