Grupo São Cristóvão Saúde aprimora gestão de recursos humanos com Pandapé
Grupo São Cristóvão Saúde transforma seu processo seletivo e amplia base de talentos significativamente.
O Grupo São Cristóvão Saúde experimentou uma expansão notável em sua base de talentos, passando de pouco mais de 23 mil para mais de 700 mil profissionais. Essa transformação foi impulsionada pela digitalização do processo seletivo e pela adoção de critérios personalizados de contratação, especialmente durante a pandemia, que exigiu agilidade sem comprometer a qualidade na seleção de profissionais para o cuidado de pacientes.
Com mais de 115 anos de história, a instituição implementou o Pandapé, um software de recrutamento e seleção. Essa ferramenta possibilitou a aplicação de provas teóricas online, a configuração de perguntas de filtro e a definição de critérios personalizados para a triagem de candidatos, reduzindo a carga operacional da equipe de recursos humanos.
“A pandemia impactou profundamente nossas rotinas, nossos processos e a forma de cuidar dos pacientes. Precisávamos encontrar os profissionais certos em um espaço de tempo muito curto e sem erros. Foi o Pandapé que nos ajudou a fazer isso acontecer”, afirma a gerente de RH da instituição.
Filtros técnicos e aderência cultural
Além das habilidades técnicas, a instituição passou a considerar a aderência cultural dos candidatos no processo seletivo. Essa abordagem permite um direcionamento mais eficaz na busca por profissionais qualificados.
“Com os filtros mais personalizados, conseguimos direcionar o processo para profissionais mais qualificados. Avaliamos não apenas as habilidades técnicas, mas também o fit cultural, buscando pessoas alinhadas à excelência que sempre marcou o São Cristóvão”, explica a coordenadora do grupo.
Com a nova estrutura, algumas vagas passaram a receber mais de 100 currículos logo após a abertura. Em apenas um ano, o número de candidatos cadastrados saltou para mais de 200 mil, e atualmente a base ultrapassa 700 mil profissionais, um crescimento quase 30 vezes maior do que o registrado no início do processo de transformação.
Banco de talentos como ativo de recrutamento
Para a diretora-executiva da Redarbor Brasil, a construção de uma base própria de candidatos é um dos principais ativos em uma operação de recrutamento. Essa organização permite que cada processo seletivo contribua para um patrimônio que será útil em futuras contratações.
“Quando a empresa organiza sua própria base, cada processo seletivo deixa um patrimônio para os próximos. Isso é especialmente relevante em segmentos que precisam contratar de forma recorrente, como acontece na Saúde”, afirma a diretora.
O desafio central das áreas de RH no setor de saúde é acelerar o processo de contratação sem comprometer a qualidade. “Na Saúde, reduzir o tempo de contratação não significa simplesmente eliminar etapas. É preciso identificar quais avaliações são essenciais e automatizar o que pode ser automatizado, permitindo que o time de RH se concentre nos candidatos que realmente atendem aos critérios da vaga”, destaca.
Para o Grupo São Cristóvão Saúde, o que começou como uma resposta a uma crise se tornou uma estrutura permanente. “Hoje temos estrutura, tecnologia e os talentos certos para continuar evoluindo e cuidando dos nossos pacientes da melhor forma possível”, conclui a gerente de RH.
A avaliação é de que o aprendizado adquirido durante esse período deve ser incorporado à estratégia de contratação da instituição. “O que era resposta a uma emergência passou a fazer parte da estratégia de contratação”, finaliza.