Sebrae RS e Sistema Fiergs lançam ação Juntos pela Indústria na Mercopar

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Movimento Juntos pela Indústria é lançado para impulsionar micro e pequenas indústrias gaúchas.

Durante a Mercopar 2026, em Caxias do Sul, o Sebrae RS e o Sistema Fiergs lançaram o movimento Juntos pela Indústria, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de micro e pequenas indústrias no estado do Rio Grande do Sul.

Esse movimento oferece uma jornada de um ano, com serviços de inovação e qualificação adaptados às necessidades específicas de cada empresa. Um agente do movimento realiza um diagnóstico inicial, que orienta as indústrias na escolha das soluções mais adequadas disponíveis nos portfólios do Sebrae, Sesi, Senai e IEL.

O programa inclui sete meses de acompanhamento, onde as empresas recebem serviços direcionados e, ao final, uma nova avaliação é realizada para medir os resultados alcançados. Essa abordagem personalizada visa garantir que cada participante receba o suporte necessário para superar os desafios enfrentados.

Fábio Krieger, gerente de Competitividade do Sebrae Nacional, enfatiza a importância de organizar o atendimento com base nas necessidades reais das empresas. Ele acredita que a integração entre os conhecimentos industriais e as demandas dos pequenos negócios é fundamental para simplificar o acesso aos serviços disponíveis.

“A maior inovação que podemos ter é trabalhar em conjunto. Embora seja fácil de dizer, é um desafio na prática”, ressalta Fábio, destacando que a cooperação entre as entidades deve facilitar o acesso das indústrias às soluções necessárias.

Consolidação

Guilherme Finger de Souza, gerente de Planejamento Estratégico do Sistema Fiergs, explica que a apresentação do movimento é o resultado de um período de estruturação. A parceria foi formalizada em 2025, e desde então, o Sebrae Nacional e a Confederação Nacional da Indústria têm trabalhado na organização do portfólio de serviços, diagnóstico e governança.

Ele ressalta que a avaliação inicial é crucial para direcionar as empresas às soluções mais adequadas. “A maioria dos serviços disponíveis é gratuita ou altamente subsidiada pelas entidades envolvidas”, conclui.

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