Flávio Bolsonaro promete articular oposição a Lula

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Flávio Bolsonaro organiza oposição ao governo Lula após eleições

O senador Flávio Bolsonaro anunciou a intenção de articular a oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva após sua derrota nas eleições presidenciais. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que reunirá deputados e senadores eleitos para traçar uma estratégia conjunta no Congresso Nacional para o próximo mandato.

Flávio ressaltou o desempenho dos partidos que apoiaram sua candidatura e enfatizou a necessidade de formar uma maioria parlamentar que se oponha ao governo. “A gente fez a maioria no Senado e na Câmara. Foi uma vitória que vocês deram para o Brasil”, declarou.

O senador também antecipou um tom de enfrentamento político para o período a partir de 2027. “Vou reunir os deputados e senadores eleitos para organizar nossa estratégia e fazer da Câmara e do Senado a nossa fortaleza contra a barbárie que já está desenhada para acontecer com mais quatro anos de Lula”, afirmou.

Segundo Flávio, sua candidatura representou “o último obstáculo para o PT implementar seu projeto de destruição do país”. Ele acredita que a continuidade do governo Lula terá consequências negativas para o ambiente de negócios e a economia nacional. “A tendência é a economia ruir, a inflação explodir e o resto da liberdade de expressão que ainda nos resta ser encerrado nas redes sociais”, alertou.

Flávio também convocou seus apoiadores a manter a mobilização política após a derrota. “Não vão me calar, não vão me intimidar. Bora levantar a cabeça e continuar lutando pelo nosso Brasil, aconteça o que acontecer.” Sua assessoria afirmou que a coordenação parlamentar do senador busca representar a voz de milhões de brasileiros que desejam um país livre, seguro e próspero.

Permanência no Brasil

No mesmo vídeo, Flávio relatou que teve seu passaporte apreendido pela Polícia Federal, em meio a comentários de seu irmão Eduardo Bolsonaro sobre uma possível saída do país caso perdessem as eleições. Ele reafirmou que essa possibilidade não está em seus planos.

“Eu nunca pensei em sair do país. Vou entregar meus passaportes e me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar”, declarou o senador.

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