Viana refuta acusações de irregularidade na votação sobre quebra de sigilos de Lulinha

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Senador Carlos Viana defende a regularidade da votação sobre quebra de sigilo de Lulinha.

O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, reafirmou a legalidade da votação que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A votação ocorreu na semana passada e gerou polêmica entre os parlamentares.

Viana destacou que a condução da votação foi feita em conformidade com o regimento interno da comissão. Em declarações à imprensa, ele afirmou: “Não houve nenhum erro. Está muito claro que seguimos o regimento durante todo o tempo.” O senador ressaltou que contou sete parlamentares em pé durante a votação e que essa contagem foi precisa.

Após o encerramento da contagem, alguns parlamentares contestaram o resultado, alegando que o número de votos favoráveis era maior do que o anunciado. Viana explicou que “posteriormente surgiram deputados que estavam sentados ou fora do Plenário” tentando alterar o resultado. Ele enfatizou que a contagem foi feita corretamente e que o painel eletrônico é o que determina a validade dos votos.

O senador também mencionou que, momentos antes da votação simbólica, 31 parlamentares participaram de uma votação nominal, onde o governo obteve vitórias. Ele reforçou que a presença desses mesmos parlamentares era necessária na CPMI para validar a votação simbólica.

A votação que aprovou a quebra de sigilo ocorreu em um ambiente tumultuado, onde parlamentares da base governista questionaram o resultado, que indicava sete votos favoráveis e 14 contrários. Acusações de fraude foram levantadas, levando a oposição a buscar apoio do presidente do Senado para contestar a decisão.

Carlos Viana rebateu as alegações de fraude, atribuindo a derrota do governo à falta de articulação política. “O governo perdeu porque não se articulou corretamente, mais uma vez”, afirmou o senador, defendendo a legitimidade do processo de votação.

Por fim, Viana reafirmou sua posição sobre a votação e expressou confiança de que a prática adotada na CPMI foi adequada e respeitou as normas da Casa legislativa.

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