Tebet se destaca em pesquisas para o Senado em São Paulo

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Levantamento aponta liderança de Simone Tebet nas intenções de voto para o Senado em São Paulo.

A pesquisa recente revela que a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, se destaca na maioria dos cenários de intenção de voto para o Senado. Quando o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é incluído nas simulações, ele assume a liderança.

O levantamento foi conduzido nos dias 6 e 7 de março de 2026, com 2.000 entrevistas realizadas em todo o Estado de São Paulo. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

Considerando que a eleição para o Senado permite que cada eleitor escolha dois candidatos, os resultados refletem a média proporcional entre o primeiro e o segundo voto. Nos cenários em que Haddad não é considerado, Tebet lidera com intenções de voto variando entre 16% e 22%. Marina Silva, do Rede, segue com 15% a 19%, enquanto Guilherme Derrite, do PP, apresenta índices entre 15% e 18%.

Nas simulações, Tebet se mantém ligeiramente à frente na maioria das projeções, com Marina e Derrite disputando as posições subsequentes. Ricardo Salles, do Novo, aparece atrás desse trio principal, com 12% a 14% das intenções de voto. Rodrigo Garcia, sem partido, registra entre 11% e 13%, e o coronel Mello Araújo, do PL, tem cerca de 11%.

Quando Haddad é incluído na disputa, ele assume a liderança com cerca de 22% a 24% das intenções de voto. Nesse cenário, Tebet recua para cerca de 16%, enquanto Marina Silva e Guilherme Derrite ficam na faixa de 15% cada.

Ricardo Salles mantém entre 12% e 14%, e Rodrigo Garcia aparece com 11% a 13%. O coronel Mello Araújo também registra cerca de 11% nas intenções de voto.

A pesquisa indica uma maior indefinição entre os eleitores em relação ao segundo voto. Apenas 1% dos entrevistados não sabe em quem votar no primeiro voto, enquanto este percentual sobe para 22% no segundo voto.

Além disso, o índice de votos em branco e nulos aumenta de 2% no primeiro voto para 11% no segundo. Esses dados revelam que mais de 30% do eleitorado ainda não definiu sua segunda escolha, mantendo a disputa pela segunda vaga em aberto.

Entre os entrevistados, 53% são mulheres e 47% homens. Em termos de escolaridade, 50% possuem ensino médio completo, 26% têm ensino superior e 24% têm até o ensino fundamental.

Quanto à renda, a maior parte (39%) declarou ganhar entre 2 e 5 salários-mínimos. Em relação à faixa etária, 47% têm entre 35 e 59 anos, 29% têm 60 anos ou mais, e 24% têm entre 16 e 34 anos.

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