Lula afirma que só encontrará tranquilidade quando preço do diesel estabilizar e critica guerra no Irã como legado de Trump

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Lula critica alta do diesel e pede paz entre potências mundiais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta terça-feira que seu governo se compromete a adotar todas as medidas necessárias para evitar o aumento do preço do óleo diesel, que impacta diretamente a inflação dos alimentos. Ele também ressaltou que a guerra no Irã, instigada pelos Estados Unidos e Israel, não deve afetar a vida dos brasileiros.

Para conter a elevação dos preços, o governo já implementou ações tributárias e de fiscalização. A situação é monitorada de perto, considerando a relevância do tema para o custo de vida da população e suas repercussões na popularidade do presidente, que busca a reeleição em outubro.

“A guerra no Irã está causando um aumento no preço do combustível. Isso, por sua vez, impacta o preço de alimentos como alface, feijão e arroz”, afirmou Lula durante um evento em São Paulo que comemorou os 21 anos do Prouni e os 14 anos da Lei de Cotas.

“Estamos utilizando todos os recursos disponíveis: Polícia Federal, Ministério Público e outros órgãos de fiscalização. Não descansaremos até que o preço do óleo diesel se mantenha estável, pois essa guerra é do (Donald) Trump, não do povo brasileiro. Não devemos ser vítimas dessa situação”, completou.

Os preços do diesel no Brasil, que importa cerca de 25% de suas necessidades, já aumentaram quase 15% desde o início do conflito, devido à disparada dos preços do petróleo após os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã no final de fevereiro.

Durante seu discurso, Lula também comentou sobre um artigo que chamou a atenção para a atuação dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

“Quando a ONU foi criada, em 1945, o Conselho de Segurança foi estabelecido para manter a paz no mundo. No entanto, esses países estão promovendo guerras”, observou.

“É fundamental enviar uma mensagem a esses líderes: é hora de agir com sensatez. O mundo precisa de paz, não de guerra. Que se reúnam e cessem os conflitos”, concluiu.

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