Rio Grande do Sul cria 24,3 mil novas vagas de emprego formal em fevereiro
Rio Grande do Sul registra aumento significativo de empregos formais em fevereiro de 2026.
O Rio Grande do Sul teve um desempenho positivo no emprego formal, com a geração de 24.392 novos postos de trabalho em fevereiro. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego e mostram que quatro dos cinco principais setores da economia apresentaram resultados favoráveis.
O setor industrial se destacou, criando 11,5 mil novas vagas com carteira assinada. Em seguida, a Agropecuária contribuiu com 7,4 mil empregos, os Serviços com 5,6 mil, e a Construção Civil com 1,3 mil. Em contrapartida, o Comércio apresentou uma perda de 1,5 mil postos de trabalho.
O município de Santa Cruz do Sul liderou a geração de empregos no Estado, com a criação de 3,2 mil vagas formais. Atualmente, a cidade possui um estoque de 49,3 mil vínculos. Outros municípios que se destacaram foram Vacaria (3 mil), Caxias do Sul (2,8 mil), Venâncio Aires (1,6 mil) e Canoas (1 mil).
Entre os novos empregos gerados, 14,9 mil foram ocupados por homens, enquanto 9,4 mil foram preenchidos por mulheres. O perfil dos trabalhadores empregados mostra que a maioria possui ensino médio completo, com 7,4 mil vagas sendo direcionadas a esse grupo. Os jovens até 17 anos foram o segmento com o maior saldo de novas contratações, totalizando 8,4 mil vagas.
Recorte nacional
Em nível nacional, o Brasil registrou a criação de 255.321 empregos formais em fevereiro de 2026, resultando de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos. No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, o total de novos postos de trabalho subiu para 370.339, elevando o estoque total de vínculos para 48.837.602 trabalhadores, um crescimento de 2,2%. Ao longo dos últimos 12 meses, o saldo foi de 1.047.024 empregos formais.
Das 27 unidades da Federação, 24 apresentaram saldos positivos. São Paulo liderou a geração de postos, com 95.896, seguido pelo Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que criaram 24.392 e 22.874 vagas, respectivamente. Os estados que tiveram desempenho negativo foram Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba.
O crescimento de empregos foi observado em todas as regiões do país. A região Sudeste teve a maior geração de empregos formais, com 133 mil postos, seguida pela Sul, com 67,7 mil, e Centro-Oeste, que registrou 32,3 mil novas contratações. O Nordeste teve um saldo positivo de 11,6 mil, e o Norte, de 10,6 mil.
