Apenas um grande CEO de tecnologia permanece na universidade
Elon Musk se destaca como o único bilionário da tecnologia que concluiu sua formação acadêmica.
Um mito amplamente disseminado no setor tecnológico é o de que os grandes bilionários abandonaram a faculdade para revolucionar o mundo. Vários empreendedores renomados, como Steve Jobs, Bill Gates e Mark Zuckerberg, parecem reforçar essa narrativa ao terem deixado suas universidades em busca de sucesso. Jobs desistiu da Reed College, Gates saiu de Harvard para fundar a Microsoft, e Zuckerberg abandonou a mesma instituição quando o Facebook começou a crescer exponencialmente.
Michael Dell e Larry Ellison também se destacam nesse contexto, tendo deixado suas respectivas universidades, a University of Texas at Austin e as universidades de Illinois e Chicago, sem concluir seus cursos. Esses casos alimentam a ideia de que o sucesso no mundo da tecnologia não depende necessariamente de um diploma universitário.
No entanto, dentro desse grupo de desistentes ilustres, há uma exceção que surpreende muitos: Elon Musk. Antes de se tornar a figura proeminente por trás de empresas como Tesla e SpaceX, Musk teve um percurso acadêmico mais convencional.
Nascido na África do Sul, Musk se mudou para o Canadá, onde iniciou seus estudos na Queen’s University. Posteriormente, transferiu-se para a University of Pennsylvania, onde obteve dois bacharelados: um em física e outro em economia na Wharton School. Essa formação acadêmica sólida contrasta com a trajetória de muitos de seus colegas bilionários.
Embora tenha ingressado em um doutorado na Stanford University, Musk desistiu poucos dias depois, durante a efervescência da internet nos anos 1990. No entanto, ao contrário de Jobs, Gates, Zuckerberg, Dell e Ellison, Musk já havia completado sua graduação antes de se aventurar no setor tecnológico.
Assim, a resposta à questão sobre quem realmente concluiu a formação acadêmica entre esses ícones da tecnologia é clara: Elon Musk é o único que não abandonou a universidade. Essa realidade destaca uma ironia interessante, já que a cultura pop do Vale do Silício frequentemente exalta o “dropout genial”. A narrativa, portanto, é mais complexa do que parece, com casos de desistência se tornando parte da lenda, enquanto a conclusão de um curso pode ter precedido a grande aposta que levou ao sucesso bilionário.
