Costa Neto exige participação efetiva de Michelle na campanha de Flávio Bolsonaro e reconhece desafios
Valdemar Costa Neto defende participação de Michelle Bolsonaro na campanha de Flávio Bolsonaro
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, expressou a necessidade da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se envolver ativamente na campanha do senador Flávio Bolsonaro à presidência da República. Durante um painel no 12º Brazil Investment Forum, realizado em São Paulo, ele reconheceu que essa tarefa pode ser desafiadora, dado que Michelle já demonstrou apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Costa Neto enfatizou a importância da participação de Michelle, afirmando: “Esperamos que ela entre na campanha para valer e para ajudar nosso Flávio a ser presidente do Brasil. Não vai ser fácil”. Ele também alertou que o PL poderá enfrentar dificuldades nas eleições de 2026 devido a desentendimentos internos.
O presidente do PL se comprometeu a atuar pessoalmente para resolver as disputas entre o deputado federal Nikolas Ferreira e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que frequentemente se atacam nas redes sociais. Ele planejou um jantar com Nikolas e uma conversa com Eduardo em Miami para pacificar a relação entre eles.
Costa Neto previu que Nikolas Ferreira poderá superar o recorde histórico de votos para deputado federal, atualmente detido por Eduardo Bolsonaro, com uma previsão de mais de 2 milhões de votos em 2026.
Além disso, Costa Neto abordou a necessidade de alianças com antigos adversários, mencionando Ciro Gomes, pré-candidato ao governo do Ceará, e Sérgio Moro, que se filiou ao PL para concorrer ao governo do Paraná. Ele destacou a importância de unir forças para enfrentar o PT, especialmente no Nordeste, onde o partido enfrenta desafios significativos.
Com o objetivo de fortalecer a presença do PL na região, Costa Neto citou a possibilidade de apoio a ACM Neto na Bahia e reafirmou a meta do partido de eleger entre 115 e 120 deputados federais e 25 senadores nas próximas eleições. Ele acredita que, com alianças estratégicas, o PL poderá conquistar a maioria no Senado e influenciar a escolha do próximo presidente da casa.
