Governo gaúcho recebe novo lote de vacinas contra a gripe e intensifica distribuição aos municípios

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Mais de 900 mil doses de vacina contra a gripe serão distribuídas no Rio Grande do Sul.

No Rio Grande do Sul, aproximadamente 5,2 milhões de pessoas estão aptas a receber a vacina contra a gripe.

O governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES), inicia a distribuição de um novo lote de vacinas contra a gripe (influenza) nesta semana. Na quinta-feira (9), mais de 900 mil doses serão encaminhadas às prefeituras através das coordenadorias regionais de saúde, reforçando a campanha de imunização em todo o estado.

As doses fazem parte do terceiro lote enviado pelo Ministério da Saúde do Brasil, que chegou ao estado na quarta-feira (8). Com essa nova remessa, o total de doses disponibilizadas para a vacinação contra a influenza em 2026 chega a 1.784.000, sendo que 1.686.570 já foram distribuídas aos municípios.

A campanha de vacinação teve início oficial em 28 de março, com várias cidades realizando ações especiais de mobilização. Até o momento, cerca de 474 mil doses já foram aplicadas no estado. Entre os grupos prioritários, que incluem crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, a cobertura vacinal é de 11,1%. Esses grupos representam aproximadamente 347 mil das doses já administradas, e a meta é alcançar 90% de cobertura.

O vírus influenza pode causar doenças respiratórias que variam de leves a graves, podendo resultar em hospitalizações, especialmente em crianças pequenas e idosos. Os sintomas mais comuns incluem febre alta, dores no corpo, dor de garganta, dor de cabeça, coriza, tosse e cansaço intenso.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra complicações da gripe, contribuindo para a diminuição de internações e óbitos, além de ajudar a conter a circulação do vírus. A SES recomenda que pessoas dos grupos prioritários procurem as unidades de saúde assim que a vacina estiver disponível em suas localidades.

A proteção conferida pela vacina não é imediata. O organismo leva, em média, de duas a quatro semanas para atingir o nível máximo de imunidade. Por isso, é aconselhável que a imunização ocorra o quanto antes, garantindo proteção antes do pico de circulação do vírus, que geralmente acontece no inverno. A eficácia da vacina é mais alta nos primeiros meses após a aplicação e pode durar de seis a 12 meses, o que justifica a recomendação de vacinação anual.

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