Apenas um estado permanece fora do subsídio do diesel, afirma Alckmin

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Uma única unidade da Federação ainda não aderiu ao programa de subsídio ao diesel.

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou que apenas uma das 27 unidades da Federação não aderiu ao programa de subsídio ao diesel importado. Essa iniciativa faz parte de um pacote do governo federal para controlar a alta dos combustíveis, com custos compartilhados entre a União e os estados que concordaram em participar.

Alckmin não revelou qual estado se recusou a aderir ao programa, mas mencionou que 26 estados já aceitaram a proposta. Ele expressou otimismo ao afirmar que espera que todos os estados se unam em breve. “De repente, a gente chega à unanimidade, aos 27”, declarou.

Recentemente, o vice-presidente havia informado que os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia sinalizaram a intenção de não participar do subsídio. A proposta inclui a redução do ICMS em 0,32 centavos, com o governo federal complementando essa redução com um subsídio equivalente, resultando em uma economia total de 0,64 centavos por litro para os consumidores durante dois meses.

Além disso, Alckmin projetou que, com a construção de novas refinarias, o Brasil poderá se tornar autossuficiente na produção de diesel em aproximadamente cinco anos. Ele citou um estudo da Petrobras que sugere que, ao final desse período, o país poderá zerar a importação do combustível.

“A gente terminando as refinarias, a gente também ficar autossuficiente em diesel, mas não é a realidade hoje”, concluiu Alckmin, enfatizando a necessidade de investimentos no setor para alcançar essa meta.

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