Revelações bombásticas: Documento desmente governo Trump e aponta que enfermeiro não brandiu arma antes de ser fatalmente atingido em operação anti-imigração
Trump anuncia redução nas operações contra imigrantes ilegais em Mineápolis após controvérsia
Recentemente, Donald Trump decidiu diminuir a presença de agentes de imigração em Mineápolis, após um incidente que gerou grande repercussão. A medida é vista como uma resposta à morte de Alex Pretti, um enfermeiro que foi baleado durante uma operação da Patrulha de Fronteira.
Um documento do Departamento de Segurança Interna (DHS) revelou que Pretti não estava armado no momento de sua morte, contradizendo a narrativa do governo que alegava que ele representava uma ameaça aos agentes. O relatório foi compartilhado com membros do Congresso e trouxe à tona novas evidências sobre o caso.
O incidente ocorreu no último sábado, quando Pretti foi abordado por agentes federais. Vídeos da operação mostram o enfermeiro segurando um celular, sem qualquer arma visível, antes de ser contido pelos agentes. A análise das imagens sugere que ao menos dez disparos foram feitos em um curto espaço de tempo.
A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, e o comandante da operação, Gregory Bovino, inicialmente caracterizaram Pretti como um terrorista doméstico, afirmando que ele pretendia atacar os agentes. No entanto, essa versão foi contestada por diversas fontes, que afirmam que Pretti tinha autorização para portar arma e que não havia indícios de que ele a havia sacado.
Após enfrentar críticas, incluindo de grupos que o apoiam, Trump declarou que não aconselharia a presença de armas em manifestações. Ele também anunciou que ordenou a redução do número de agentes em Minnesota e que membros do ICE seriam retirados da região nos próximos dias.
Além disso, o governo realocou Gregory Bovino para a Califórnia, em uma tentativa de responder à pressão pública e política gerada pelo caso. A situação em Mineápolis continua tensa, com autoridades locais expressando desconfiança em relação à investigação federal e questionando a necessidade das operações de imigração na cidade.
O governador de Minnesota, Tim Walz, classificou as imagens da abordagem como “revoltantes”, enquanto o prefeito Jacob Frey questionou quantas vidas ainda seriam perdidas até que as operações federais fossem encerradas.
