Irã Lança Ataques a Bases Militares dos EUA no Oriente Médio Usando Satélite Espião Chinês

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Irã utiliza satélite espião chinês para atacar bases dos EUA no Oriente Médio.

A Força Aérea dos EUA sofreu danos em sua Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, após um ataque com mísseis e drones atribuído ao Irã.

Recentemente, informações revelaram que o Irã utilizou um satélite espião chinês, adquirido em um acordo secreto, para realizar esses ataques. O satélite, denominado TEE-01B, foi comprado em 2024 e suas imagens foram fundamentais para a execução das ofensivas contra as bases militares norte-americanas na região.

Construído pela empresa Earth Eye Co, o satélite foi colocado em órbita a partir da China e adquirido pela Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária iraniana. Documentos militares vazados indicam que o Irã teve acesso a informações estratégicas que facilitaram seus ataques.

As bases militares dos EUA no Oriente Médio foram alvo de uma série de ataques iranianos desde o início do conflito em 28 de fevereiro. Centenas de mísseis e drones foram disparados, embora muitas instalações já estivessem evacuadas para evitar baixas entre os soldados americanos.

Comandantes iranianos utilizaram o satélite para monitorar as atividades nas bases dos EUA, conforme apontam as informações. Relatórios indicam que o satélite capturou imagens detalhadas das instalações nos dias 13, 14 e 15 de março, sendo que em 14 de março, o então presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que aeronaves na base haviam sido atingidas.

O satélite registrou imagens da Base Aérea Príncipe Sultan, crucial para as operações militares na região.

O acordo com a China também garantiu que a Guarda Revolucionária iraniana tivesse acesso a estações de controle operadas pela Emposat, uma empresa chinesa de controle de satélites, permitindo uma rede de monitoramento abrangente.

A China, assim como a Rússia, é considerada um dos principais aliados do regime iraniano. Embora o governo Trump não tenha se manifestado oficialmente sobre as novas revelações, o presidente havia alertado que a China enfrentaria consequências severas se fornecesse assistência militar ao Irã, o que levou Pequim a prometer uma resposta apropriada.

Em resposta às alegações, a embaixada da China em Washington negou qualquer envolvimento e criticou a disseminação de desinformação sobre o país.

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