Trump afirma que África do Sul pratica genocídio contra brancos

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Trump afirma que há genocídio contra brancos na África do Sul durante comício.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou suas acusações sobre um suposto genocídio contra pessoas brancas na África do Sul durante um comício do grupo Turning Point USA, realizado em Phoenix, Arizona, no dia 17 de abril de 2026.

Durante o evento, Trump declarou: “Na África do Sul está acontecendo uma coisa horrível, é um genocídio. É uma coisa terrível. Nós permitimos que essas pessoas entrassem em nosso país. Elas matam pessoas se forem brancas.” Essas declarações refletem uma retórica que o presidente já havia utilizado anteriormente, gerando controvérsia e debate sobre a situação racial no país africano.

O mandatário também comentou sobre a imigração legal de pessoas que, segundo ele, estariam sendo “perseguidas” na África do Sul. Essa afirmação levanta questões sobre a realidade da violência e da criminalidade no país, que, segundo especialistas, está ligada a fatores econômicos e sociais complexos, e não a uma simples narrativa racial.

Em uma reunião anterior, em maio de 2025, Trump havia feito acusações semelhantes ao presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, exibindo um vídeo que, segundo ele, mostraria os ataques. Ramaphosa, por sua vez, tentou redirecionar a conversa para a relação econômica entre os dois países, ressaltando que a criminalidade na África do Sul é um reflexo das condições econômicas e não de questões raciais.

TURNING POINT USA

No mesmo evento, Trump expressou suas condolências pelo assassinato de Charlie Kirk, fundador do Turning Point USA, ocorrido em 10 de setembro durante um comício na Universidade do Vale de Utah. O presidente enfatizou a importância do ativismo e da defesa de valores conservadores em um clima político cada vez mais polarizado.

Além disso, Trump abordou questões internacionais, afirmando que o Estreito de Ormuz está “totalmente aberto” para o tráfego marítimo. Ele também mencionou a intenção dos Estados Unidos de remover o que chamou de “poeira nuclear” do Irã, sugerindo que medidas drásticas seriam tomadas para garantir a segurança nacional.

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