Morre a jornalista gaúcha Fernanda Rosito, defensora da luta contra o câncer
Fernanda Rosito, jornalista e defensora da comunicação humanizada, falece aos 20 anos de abril.
A jornalista faleceu na segunda-feira, 20 de abril, deixando um legado significativo na comunicação e no acolhimento de pessoas afetadas pelo câncer. A causa da morte ainda não foi confirmada, mas acredita-se que esteja relacionada a complicações da doença. O velório ocorrerá no Crematório Vaticano, em Balneário Camboriú, Santa Catarina, das 18h às 21h.
Longa carreira
Natural de Porto Alegre, Fernanda Rosito iniciou sua trajetória profissional no final dos anos 1990. Com uma carreira diversificada, acumulou experiências em rádio, produção de TV, gestão de conteúdo e assessoria de imprensa. Trabalhou em veículos de comunicação como a Revista Amanhã e a Fiergs, antes de fundar sua própria agência, a FR Press, voltada para projetos estratégicos de comunicação.
Luta contra o câncer
A vida de Fernanda foi marcada pela luta contra o câncer, que se tornou um tema central em sua produção profissional. O primeiro diagnóstico veio em 2018, após o nascimento de seu filho, quando foi identificado um tumor agressivo. Desde então, enfrentou recidivas e metástases, passando por diversos tratamentos ao longo dos anos.
Essa experiência a motivou a criar projetos que visavam acolher e informar outras pessoas em tratamento. Além de jornalista, tornou-se escritora e palestrante, abordando a doença de forma transparente e educativa. É autora de livros como ‘Escolhi Viver e Brilhar’ e ‘O Suquinho da Mamãe’, este último voltado para explicar ao filho o processo de tratamento oncológico.
Nos últimos anos, Fernanda se dedicou a iniciativas de desenvolvimento pessoal e comunicação com propósito, atuando como mentora e palestrante, sempre buscando inspirar e apoiar aqueles que enfrentam desafios semelhantes.
