Gaspar realiza exame de DNA após acusação de estupro na CPMI e afirma que verdade é soberana

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Deputado Alfredo Gaspar doa material genético em resposta a acusações de estupro de vulnerável.

O deputado Alfredo Gaspar, do União-AL, anunciou nas redes sociais a doação de material genético à Polícia Científica de Alagoas. A ação visa contribuir com as investigações relacionadas a um inquérito que apura um caso de estupro de vulnerável no estado. Em um vídeo, o parlamentar reafirmou sua inocência e declarou que “a verdade é soberana”.

As acusações contra Gaspar surgiram em março de 2026, durante o encerramento da CPMI do INSS, onde ele atuava como relator. Na ocasião, o deputado foi chamado de “estuprador” por outros parlamentares, incluindo Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, o que gerou uma onda de repercussão negativa.

Em resposta às ofensas, Gaspar protocolou uma representação por denunciação caluniosa e acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que os acusadores fossem responsabilizados. O deputado acredita que as acusações foram uma estratégia para desviar a atenção dos indiciamentos que constavam em seu relatório da CPMI, que incluía o filho do presidente Lula, Fabio Luís Lula da Silva.

“Fui acusado de forma covarde, vil e abjeta, por membros do Partido dos Trabalhadores, de algo que não pratiquei. A cortina de fumaça, justamente no dia em que pedi a prisão do filho do presidente da República. O PT age assim.”

Gaspar solicitou agilidade na análise do material genético, enfatizando que “o Brasil merece resposta imediata” sobre as acusações. A representação por calúnia está sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal (STF), que já requisitou esclarecimentos aos parlamentares envolvidos.

Por outro lado, Lindbergh e Soraya apresentaram uma notícia de fato à PGR, alegando que Gaspar teria cometido estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos, resultando em uma gravidez. No documento, afirmam que a criança foi registrada em nome da mãe da vítima e que Gaspar teria pago R$ 400 mil para evitar a denúncia.

No dia seguinte à apresentação da denúncia, Gaspar divulgou um teste de paternidade e um vídeo com o depoimento da suposta filha do crime. No vídeo, a mulher nega ser filha do deputado e afirma que seu pai seria, na verdade, um primo de Gaspar, esclarecendo que seu nascimento decorreu de uma relação consensual que não prosperou.

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