Paes lidera disputa contra Ruas e venceria segundo turno no Rio de Janeiro por 49% a 16% segundo pesquisa Genial/Quaest
Eduardo Paes lidera intenção de voto nas eleições estaduais do Rio de Janeiro
Um levantamento recente sobre a intenção de voto nas eleições estaduais do Rio de Janeiro revela que o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) se destaca como o favorito, tanto no primeiro quanto no segundo turno. O estudo também aponta os principais candidatos ao Senado, com Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT) liderando as menções entre os eleitores.
No cenário do primeiro turno, Eduardo Paes alcança 34% das intenções de voto. Douglas Ruas, atual deputado estadual, ocupa a segunda posição com 9%. Ele está em empate técnico com Anthony Garotinho, do Republicanos, que marca 8%, e Wilson Witzel, do DC, que obtém 3%. O empate técnico entre Ruas e Witzel ocorre dentro da margem de erro da pesquisa.
Quando Garotinho não é incluído nas simulações, Paes apresenta um desempenho ainda melhor, com índices que variam de 39% a 40% nas intenções de voto. Isso indica uma forte preferência do eleitorado pelo ex-prefeito na ausência do ex-governador.
Em um possível segundo turno, Paes se consolidaria como vencedor, recebendo 49% dos votos contra 16% de Ruas. Neste cenário, 19% dos entrevistados optariam por votar em branco ou nulo, enquanto 16% permanecem indecisos.
A pesquisa foi realizada entre 21 e 25 de abril, com 1.200 entrevistas em domicílios do Rio de Janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código RJ-00613/2026.
Senado
Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT) são os pré-candidatos ao Senado mais mencionados pelos eleitores fluminenses. Castro recebeu 12% das menções em um cenário com diversas opções de voto, enquanto Benedita aparece com 10%. Felipe Curi (PL) e Marcelo Crivella, do Republicanos, têm 6% cada um.
Recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um acórdão que declarou Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022. A decisão da maioria dos ministros foi de que sua saída do cargo se deu por renúncia e não por cassação.
A avaliação da gestão de Cláudio Castro é negativa para 47% dos entrevistados, enquanto 35% a aprovam e 18% não expressaram opinião. Esses números refletem uma mudança significativa em relação à pesquisa anterior, realizada em outubro de 2025, quando a administração de Castro recebia avaliações mais favoráveis, especialmente após a Operação Contenção.
Atualmente, 36% dos entrevistados consideram o governo Castro negativo, 23% o veem como positivo e 32% o avaliam como regular.
