Messias defende que inquéritos devem ter estrutura completa e se refere a Mendonça como ‘irmão de fé’
Jorge Messias defende a conclusão de inquéritos e destaca apoio de André Mendonça.
BRASÍLIA, DF – Em recente declaração, Jorge Messias abordou a importância de que inquéritos tenham um “início, meio e fim” dentro de um prazo razoável. Ele enfatizou que ninguém deve ser investigado indefinidamente, ressaltando a necessidade de respeitar a garantia constitucional da duração razoável dos processos.
Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), argumentou que a existência de inquéritos eternos representa um arbítrio que a democracia busca evitar. Para ele, a celeridade nos processos é fundamental para assegurar os direitos dos cidadãos.
O advogado-geral da União (AGU) também mencionou sua relação com o ministro André Mendonça, destacando que ambos compartilham laços de fé. Messias se orgulha do apoio que recebe de Mendonça, a quem considera um dos melhores integrantes da Corte.
Ambos enfrentaram resistência política em seus respectivos processos de indicação. O atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi um dos principais opositores de Messias, assim como foi em relação a Mendonça, que teve sua indicação retida por mais de quatro meses sob a presidência de Alcolumbre na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Alcolumbre, que agora ocupa a presidência do Senado, continua a ser um obstáculo para a confirmação de Messias no STF, preferindo apoiar a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga na Corte.
