Estudo revela que 93% dos profissionais de RH no Brasil acreditam que IA e tecnologia não substituem fluência em inglês

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A proficiência em inglês é cada vez mais essencial no mercado de trabalho atual.

A importância da proficiência em inglês no ambiente profissional contemporâneo aumentou significativamente nos últimos anos. De acordo com uma pesquisa recente, 93% dos líderes de recursos humanos acreditam que, apesar do avanço das ferramentas de tradução online e da inteligência artificial generativa, o domínio do inglês continua a ser crucial.

Além disso, 73% dos empregadores afirmam que a utilização de IA intensificou a necessidade de habilidades em inglês, principalmente para interagir com interfaces, elaborar prompts e validar resultados em diversas tarefas. Essa realidade é observada em um contexto global, onde 81% dos empregadores reconhecem que a integração de ferramentas de IA elevou a exigência de fluência em inglês no trabalho.

O estudo global, que envolveu 1.325 líderes de RH de 17 países, revelou que a crença de que a tecnologia poderia substituir a fluência em inglês é equivocada. A ETS destaca que, à medida que as empresas adotam a inteligência artificial e expandem suas operações internacionais, a proficiência em inglês se torna cada vez mais vital para a colaboração, a tomada de decisões e a produtividade.

No Brasil, 88% dos líderes de RH consideram que empresas sem colaboradores fluentes em inglês enfrentam desvantagens competitivas. Além disso, aproximadamente 60% dos empregadores globais afirmam que a inteligência artificial não é capaz de compensar a falta de domínio do idioma entre as equipes.

Em relação à avaliação de habilidades linguísticas, o Brasil ainda está aquém da média global. Atualmente, 65% das empresas brasileiras aplicam algum tipo de teste de inglês durante o processo de contratação, enquanto a média global é de 78%. A pesquisa também indica que 55% dos gestores no Brasil acreditam que a exigência de certificação em inglês se tornará um padrão de mercado para novas contratações nos próximos cinco anos.

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