Rio Grande do Sul registra criação de quase 47 mil novos empregos formais no primeiro trimestre

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Saldo positivo de 46.898 novas vagas com carteira assinada é registrado no primeiro trimestre no Rio Grande do Sul.

Estatísticas recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego revelam um saldo positivo de 46.898 novas vagas com carteira assinada no Rio Grande do Sul durante o primeiro trimestre de 2026. Este número resulta da diferença entre 459.259 contratações e 412.361 demissões no período analisado.

O governo estadual destaca que o resultado é cerca de 10% superior ao do trimestre anterior, que registrou a criação de 42.301 postos formais. A Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional (STDP) observa que este crescimento é um sinal positivo para a empregabilidade logo no início do ano.

Atualmente, o Rio Grande do Sul ocupa o 5º lugar no ranking nacional de geração de empregos, seguido por estados como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. São Paulo lidera com a criação de 183.100 novas oportunidades.

Quando analisamos a Região Sul como um todo, que inclui Santa Catarina e Paraná, o desempenho é ainda mais expressivo, com 162.708 novos postos. A Região Sudeste, composta por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, permanece na liderança com 288.598 novas vagas.

Desempenho por município

No Rio Grande do Sul, cinco municípios se destacaram na criação de novas vagas. Porto Alegre lidera com a geração de 3.121 vagas, seguido por Venâncio Aires (1.790), Santa Cruz do Sul (1.244), Novo Hamburgo (687) e Canoas (680).

Dados relativos a março

Em março, o saldo foi de 4.054 novas vagas, com 157.763 contratações e 153.709 desligamentos. Esse desempenho reflete um movimento sazonal, especialmente com a queda de empregos na agricultura, influenciada pela colheita de safras específicas.

O setor de serviços foi o principal responsável pela criação de empregos, com um saldo de 6.650 novas oportunidades, seguido pela indústria com 4.738, comércio com 2.148 e construção civil com 936. Por outro lado, a agropecuária apresentou um saldo negativo de 10.418 empregos, um resultado previsto pelo governo estadual.

Essas informações são fundamentais para entender o panorama do emprego no estado e estão disponíveis em fontes oficiais do governo gaúcho.

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