Rio Grande do Sul registra menor taxa de desocupação da história do IBGE
Números do emprego no Rio Grande do Sul mostram resultados positivos em 2026
O número de pessoas ocupadas no Estado chegou a 5,895 milhões, refletindo um cenário positivo no mercado de trabalho.
O Rio Grande do Sul mantém a menor taxa de desocupação registrada no Estado, com apenas 4%, uma redução de 1,2 ponto percentual em comparação ao primeiro trimestre do ano anterior. Esse dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada recentemente.
A pesquisa analisou indicadores de trabalho, renda e outros parâmetros socioeconômicos. No primeiro trimestre de 2026, o Estado destacou-se com um dos maiores percentuais de empregados no setor privado com carteira assinada, alcançando 80,5%. Santa Catarina lidera nesse quesito com 86,7%, seguido por São Paulo com 82,1%.
Outro dado importante é o percentual de desalentados, que são aqueles que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego. No Rio Grande do Sul, esse índice foi de apenas 0,7%, um dos menores do país, atrás de Santa Catarina, que registrou 0,3%. No Brasil, a média foi de 2,4%.
Com um nível de ocupação estimado em 62,9%, o Estado se posiciona entre os dez melhores do Brasil, ocupando a sexta posição em termos de mercado de trabalho.
O secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional comentou que os resultados refletem a eficácia das políticas públicas focadas na qualificação profissional e na geração de oportunidades. Ele destacou que as ações voltadas para aumentar a empregabilidade estão surtindo efeitos positivos.
Além disso, os dados indicam estabilidade nos índices de informalidade, com 1,783 milhão de trabalhadores ocupados de maneira informal. O número de pessoas subutilizadas foi estimado em 526 mil, resultando em uma taxa de subutilização de 8,4%, a sexta menor entre as unidades federativas do Brasil.
