Flávio Bolsonaro defende parceria com Daniel Vorcaro destacando sua fama no Brasil
Flávio Bolsonaro defende negociações com banqueiro em meio à pré-candidatura à Presidência
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, justificou suas negociações com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, destacando que o banqueiro era uma figura proeminente no cenário brasileiro.
Em entrevista, Flávio descreveu Vorcaro como um “astro” que mantinha boas relações com autoridades em Brasília e que era procurado por diversos bancos. Ele afirmou que a parceria se deu exclusivamente para o financiamento de um filme, enfatizando que não houve irregularidades nas transações.
O senador explicou que negou, inicialmente, o recebimento de recursos devido a cláusulas de confidencialidade com Vorcaro. Ele reiterou que a comunicação entre eles era estritamente profissional, relacionada ao investimento no filme, e não havia intimidade pessoal.
Flávio comparou sua forma de se referir a Vorcaro, chamando-o de “irmão”, a uma prática comum no Rio de Janeiro, e questionou se isso seria problemático. Ele assegurou que nunca teve convívio social com o banqueiro e que sua conexão se limitava ao projeto cinematográfico.
O senador também defendeu o filme sobre Jair Bolsonaro, classificando-o como uma “megaprodução hollywoodiana”. Ele rejeitou comparações com outros casos de pagamentos a figuras públicas, argumentando que a situação em questão se trata de um investimento cultural legítimo.
Flávio Bolsonaro acredita que a divulgação de suas conversas com Vorcaro não afetará sua pré-candidatura. Ele expressou confiança em sua trajetória política, afirmando que, por ser filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, seguirá firme na disputa pelo Palácio do Planalto.
Ele comentou que, apesar de possíveis novos vazamentos, não teme que informações sobre sua relação com Vorcaro revelem ações irregulares. Flávio mencionou que as futuras divulgações podem incluir conversas triviais, mas não comprometerão sua posição.
O senador reiterou que os encontros com Vorcaro foram limitados e, antes das recentes revelações, negava qualquer interação com o banqueiro, que está preso desde novembro.
