Rio Grande do Sul registra segunda morte por dengue em 2023

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Rio Grande do Sul registra segunda morte por dengue em 2026

A confirmação de mais uma morte relacionada à dengue no Rio Grande do Sul traz à tona a gravidade da situação no estado. A vítima, um idoso de 90 anos, residia no município de Guaporé.

O óbito ocorreu em 7 de abril e marca a segunda fatalidade em decorrência da doença neste ano. Guaporé tem uma incidência alarmante, com 534,4 casos prováveis de dengue para cada 100 mil habitantes.

A Secretaria Estadual da Saúde enfatiza a importância do atendimento médico imediato ao surgirem os primeiros sintomas da dengue. Isso pode ser crucial para evitar a progressão da doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

Os principais sintomas da dengue incluem febre alta, que pode durar de dois a sete dias, dor atrás dos olhos, dores de cabeça e no corpo, mal-estar, náusea, vômito, diarreia e erupções cutâneas, que podem ou não vir acompanhadas de coceira.

Para prevenir a dengue, é fundamental evitar a reprodução do Aedes aegypti. A limpeza frequente de áreas internas e externas das residências, eliminando objetos que possam acumular água, é uma medida eficaz para interromper o ciclo de vida do mosquito na fase aquática.

Até o momento, o estado registrou 1.493 casos confirmados de dengue em 2026, com 1.237 sendo autóctones, ou seja, adquiridos localmente. Os restantes são de residentes que se infectaram durante viagens para outras regiões.

No ano passado, a situação foi ainda mais crítica, com mais de 52 mil casos confirmados e 53 mortes atribuídas à doença no estado.

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