Bolsonaro é o mais rejeitado, enquanto presidentes da Câmara e do Senado permanecem desconhecidos
Ex-presidente Jair Bolsonaro é o político mais rejeitado em nova pesquisa.
Uma recente pesquisa revelou que Jair Bolsonaro é o político com a maior taxa de rejeição entre nove figuras analisadas. Dos entrevistados que afirmam conhecê-lo, 53% têm uma percepção negativa sobre o ex-presidente, enquanto 41% o avaliam positivamente. Apenas 6% dos participantes não o conhecem.
Os presidentes da Câmara e do Senado também apresentam altos índices de desconhecimento. No Senado, Davi Alcolumbre é desconhecido por 68% dos entrevistados. Entre aqueles que têm uma opinião formada, apenas 7% o veem de forma positiva, enquanto 25% o rejeitam.
Na Câmara, Hugo Motta é desconhecido por 63% da população. Dentre os que têm uma opinião, 26% o rejeitam e 11% o aprovam.
Silas Malafaia, líder evangélico e aliado do bolsonarismo, é o segundo político mais rejeitado, com 46% dos entrevistados afirmando ter uma imagem negativa dele. Apenas 17% o aprovam, enquanto 37% não o conhecem.
Fernando Haddad, ministro da Fazenda, é o político de esquerda com maior rejeição, com 42% dos entrevistados afirmando não gostar dele. Em contrapartida, 32% têm uma imagem positiva e 26% não o conhecem.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro apresenta um equilíbrio entre aprovação e rejeição, com 39% dos entrevistados a avaliando positivamente e 38% de forma negativa. Outros 23% não têm conhecimento sobre ela.
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, é aprovado por 37% e rejeitado pelo mesmo percentual, com 26% dos entrevistados não o conhecendo.
Pablo Marçal, empresário e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, é rejeitado por 34% dos participantes, enquanto 27% o aprovam. Outros 39% não têm conhecimento sobre ele.
A senadora Tereza Cristina é a mais desconhecida, com 75% dos entrevistados sem opinião formada. Sua aprovação é de apenas 11%, enquanto 14% a rejeitam.
A pesquisa foi realizada entre 8 e 11 de janeiro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o Brasil. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
