Empresas brasileiras na Gulfood 2026 projetam US$ 1,4 bilhão em negócios
Empresas brasileiras projetam US$ 1,4 bilhão em negócios após Gulfood 2026.
As empresas brasileiras que marcaram presença na Gulfood 2026, realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, estão otimistas com os resultados do evento. A expectativa é que os contatos e acordos firmados durante a feira gerem aproximadamente US$ 1,4 bilhão em negócios ao longo dos próximos 12 meses.
A projeção foi revelada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levou 21 agroindústrias do Brasil para participar da feira, que se encerrou no dia 30 de janeiro.
Durante os cinco dias de evento, a ABPA informou que foram concretizados negócios que totalizaram US$ 131,4 milhões. Esses números reforçam a importância da Gulfood como uma vitrine global para o mercado halal e para mercados estratégicos na região do Oriente Médio, Ásia e África.
As empresas brasileiras contaram com um espaço exclusivo de mais de 430 metros quadrados, dedicado à realização de negócios, ao relacionamento institucional e à promoção da proteína animal brasileira. A presença nesse espaço foi fundamental para potencializar as oportunidades de negócios.
A ação incluiu uma área central de degustação, onde os visitantes puderam experimentar shawarma de carne de frango e pato, além de omeletes. O objetivo era destacar a qualidade, versatilidade e o sabor diferenciado dos produtos brasileiros. Ao longo do evento, foram servidos cerca de 6.500 shawarmas e 1.000 omeletes.
Atualmente, o Brasil se destaca como o maior exportador mundial de carne de frango produzida de acordo com os preceitos islâmicos, posicionando-se como um fornecedor confiável para países muçulmanos, garantindo atendimento às exigências sanitárias, religiosas e de rastreabilidade.
O presidente da ABPA, Ricardo Santin, enfatiza que os resultados da Gulfood 2026 demonstram a confiança do mercado internacional na proteína animal brasileira. A feira é vista como um espaço estratégico para consolidar parcerias, ampliar o diálogo com importadores e reforçar a imagem do Brasil como um fornecedor seguro e alinhado às demandas do mercado halal.
