EUA Esvaziam Estoques de Munições em Menos de Duas Semanas de Conflito com o Irã, Revela Jornal
EUA divulgam vídeos de ataques a barcos do Irã
Em um contexto de intensificação do conflito, os Estados Unidos revelaram vídeos de ataques a embarcações iranianas, gerando preocupações sobre o consumo acelerado de munições críticas.
Nos primeiros dias de hostilidades, estima-se que os EUA tenham utilizado um volume de armamentos equivalente a anos de estoque. A revelação, feita por fontes anônimas, destaca a utilização de mísseis Tomahawk, conhecidos por sua precisão em ataques a longa distância.
Um especialista mencionou que essa rápida utilização de recursos representa um “gasto massivo” e que a Marinha dos EUA poderá enfrentar consequências desse consumo nos próximos anos.
A situação levanta questões sobre o custo do conflito e a capacidade dos Estados Unidos de reabastecer seus arsenais militares. Essa preocupação contrasta com as declarações oficiais do governo, que asseguram a disponibilidade de munições suficientes para sustentar a campanha militar.
- Recentemente, o secretário de Defesa afirmou que não há escassez de munições.
- Ele garantiu que os estoques defensivos e ofensivos dos EUA são adequados para a duração da operação.
- A porta-voz da Casa Branca reiterou que os militares possuem recursos mais que suficientes para cumprir os objetivos estabelecidos.
Além disso, a análise indica que os gastos podem ser ainda maiores, uma vez que não consideram a mobilização prévia de tropas e equipamentos para a região do Oriente Médio.
Estimativas anteriores indicaram que os EUA gastaram cerca de US$ 5,6 bilhões nos primeiros dois dias de bombardeios, com armamentos de alto custo, como a bomba AGM-154, que varia entre US$ 578 mil e US$ 836 mil.
- A Marinha americana adquiriu 3 mil unidades desse armamento há quase duas décadas.
- Desde então, as Forças Armadas têm optado por munitões mais econômicas, como a JDAM, que custa aproximadamente US$ 1 mil.
Antes do início das hostilidades, um alto oficial militar teria alertado sobre as possíveis consequências de um ataque ao Irã, mas a decisão foi mantida sob a autoridade do presidente.
O ataque ocorreu em 28 de fevereiro, levando o Irã a retaliar com ações contra Israel e bases americanas na região.
