Governador gaúcho destaca avanços do Rio Grande do Sul em todas as áreas durante evento na Federasul
Governador Eduardo Leite destaca avanços em sua gestão durante evento da Federasul.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, participou da primeira edição de 2026 da reunião-almoço “Tá na Mesa”, um evento tradicional da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul). Na ocasião, ele ressaltou os avanços do Estado em diversas áreas desde o início de seu primeiro mandato em 2019.
Leite destacou a importância do equilíbrio das contas públicas e mencionou a redução do comprometimento da receita como um dos principais resultados. “Evoluímos consistentemente, enfrentando problemas estruturais crônicos, especialmente nas finanças públicas”, afirmou.
O governador ressaltou a responsabilidade com os salários dos servidores estaduais, que foram pagos em dia nos últimos cinco anos, incluindo a antecipação do 13º salário. “Nos 57 meses anteriores, os vencimentos da categoria vinham sendo pagos de forma parcelada”, lembrou.
Em sua fala, ele atribuiu a retomada da capacidade de investimentos do governo estadual ao enfrentamento de desafios, destacando que foram destinados mais de R$ 1 bilhão à saúde, além da quitação de dívidas e da recomposição de valores em depósitos judiciais.
Leite também abordou a carga tributária, mencionando a redução do ICMS de 18% para 17%. Ele enfatizou as medidas de justiça tributária que beneficiam mais de 1 milhão de famílias gaúchas.
Sobre privatizações, o governador destacou parcerias com empresas que têm possibilitado a ampliação de investimentos em setores vitais como rodovias, saúde, educação, infraestrutura escolar, segurança e inovação.
Porém, ele reconheceu que o caminho para a reconstrução do Rio Grande do Sul é longo, em função de desastres climáticos que fragilizaram a região. “Muito ainda precisa ser feito. O Estado precisa de obras robustas para sustentar o processo de desenvolvimento”, concluiu.
Perspectivas políticas
Eduardo Leite está no oitavo ano de seu mandato e, por conta da legislação que proíbe reeleições consecutivas, não poderá concorrer novamente ao governo nas eleições de outubro de 2026. Os próximos passos de sua carreira política ainda são incertos, com discussões internas no PSD, partido ao qual se filiou em 2025 após uma longa trajetória no PSDB.
Embora tenha mencionado que já tomou uma decisão sobre uma possível candidatura ao Palácio do Planalto ou ao Senado, ele optou por não revelar detalhes neste momento.
